quinta-feira, 14 de abril de 2011

Em África, afirmou José Bernardo, o vinho português é mais consumido em Angola


O mais importante veículo do desenvolvimento da não angolana é o álcool.
«Divulgação de vinhos portugueses. Adegas Cooperativas de Portugal ambicionam mercado africano
Maputo (Canalmoz) – Os países em desenvolvimento, sobretudo africanos, tais como Moçambique, reúnem condições propícias para a divulgação de vinhos portugueses e incremento de seu consumo, devido, de entre vários factores, ao respectivo crescimento económico, considera a FENADEGAS – Federação Nacional das Adegas Cooperativas de Portugal.
Como forma de divulgar os seus produtos, a FENADEGAS realizou ontem, em Maputo, uma prova de vinhos marcada por uma exposição de vinhos de seis de suas Adegas.
A FENADEGAS engloba um grupo de 24 Adegas Cooperativas formadas em 1981 e tem um total de 56 cooperativas associadas directamente, incluindo três Uniões (UNIDOURO, UDACA e VERCOOP).
O director daquela Federação, José Bernardo, disse que as vinícolas portuguesas vêem no mercado africano, inclusive moçambicano, um potencial capaz de relançar a internacionalização de vinhos portugueses.
José Bernardo considerou igualmente que o vinho português não está suficientemente divulgado pelo mundo, pois a tal divulgação só teve início na Europa, recentemente.
O mercado europeu não é por si suficiente para atender às projecções de crescimento da FENADEGAS, reconheceu. Há que diversificar os pontos destinos de vendas, disse.
Em África, afirmou José Bernardo, o vinho português é mais consumido em Angola, País onde uma prova de vinhos, similar a esta em Maputo, se realizou o ano passado a esta altura do ano.
Factores como o desenvolvimento económico africano, bem como as exigências de qualidade dos consumidores fazem de África uma via de expansão do produto em alusão, concluiu o director da FENADEGAS – Federação Nacional das Adegas Cooperativas de Portugal. (Emildo Sambo)»
Imagem: zulfernandes.blogspot.com

Swazilândia. Sindicatos suspendem marchas de protesto


Pretória (Canalmoz) - Face às medidas adoptadas pelas autoridades swazis, os sindicatos decidiram suspender as marchas de protesto que vinham decorrendo desde o dia 12 e que estavam previstas terminar hoje. De acordo com o secretário-geral da Associação Nacional de Professores da Suazilândia (SNAT), Muzi Mhlanga, os sindicatos vão rever a estratégia, sendo sua intenção voltar a organizar marchas de protesto. O anúncio surgiu depois da polícia ter cercado as instalações da SNAT em Manzini, mantendo sob detenção sindicalistas e activistas políticos.
De acordo com uma declaração emitida por Mary Pais da Silva, dirigente da «Campanha para a Democracia da Swazilândia», “forças de segurança, munidas de armas de fogo, fecharam as instalações a cadeado”, mantendo no seu interior um largo número de sindicalistas e activistas políticos. A declaração apela à comunidade internacional, incluindo a SADC, as Nações Unidas, o ANC e o governo sul-africano para “intervir imediatamente” e exigir do governo swazi a “libertação imediata” dos que se encontram fechados à força nas instalações da SNAT.
Num editorial, o diário independente, «Times of Swaziland», afirma que a forma como o governo e as forças de segurança actuaram desde o início das marchas de protesto acabou por servir os interesses daqueles que têm vindo a apelar para uma mudança de regime na Swazilândia. O editorial acrescenta que “as tácticas da polícia causaram danos ao país a nível internacional e à imagem do Rei”, fazendo com que o monarca swazi fosse tema de destaque a nível da comunicação social de todo o mundo. “Ao deter dirigentes sindicalistas e agredir manifestantes, a polícia conseguiu reforçar a ideia de que o povo deste país vive oprimido”, refere o editorial. (Redacção)
Imagem: actf.gov.mz

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O Norte e o Sul. Swazilândia. Manifestantes e correspondentes detidos no primeiro dia de protestos


Pretória (Canalmoz) - A polícia swázi utilizou jactos de água para dispersar cerca de 1.000 manifestantes que se haviam concentrado na cidade de Manzini no primeiro dia de protestos organizados por sindicatos da Suazilândia. A polícia justificou a acção por alegadamente ter sido alvo de ataques por parte dos manifestantes que atiravam pedras contra os agentes policiais.
Correspondentes estrangeiros que faziam a cobertura da marcha de protesto em Manzini foram detidos pela polícia, tendo posteriormente sido postos em liberdade. Entre os detidos conta-se o jornalista sul-africano André le Roux, editor da «Media24 Africa», Reggy Moalusi, adjunto do editor do jornal Daily Sun; assim como jornalistas das estações de rádio sul-africanas, Kaya FM e Radio 702.
Igualmente detida pela polícia foi a advogada Mary Pais da Silva, dirigente da «Campanha para a Democracia na Swazilândia». A detenção ocorreu nos escritórios da advogada ao princípio da tarde de ontem quando concedia uma entrevista telefónica à estação de rádio sul-africana, «Radio 702».
Nas vésperas da marcha de protesto, a polícia prendeu diversos sindicalistas e activistas políticos. Entre os detidos conta-se Themba Mabuza, secretário da Frente Unida Democrática da Suazilândia (SUDF); Sifiso Mabuza, vice-presidente da Liga Juvenil do Partido Popular Unido Democrático (Pudemo); Maxwell Dlamini, presidente da União Nacional de Estudantes da Suazilândia (SNUS); e Samkeliso Ginindza, vice-secretário geral da SUDF e secretário-geral da SNUS. Na manha de ontem, a polícia.
O líder do Pudemo, Mario Masuku, foi mantido sob residência fixa em Mbabane. A mesma sorte tiveram diversos activistas políticos.
Em solidariedade para com os manifestantes, a central sindical sul-africana, COSATU, concentrou activistas seus no posto fronteiriço de Oshoek, tentando impedir o tráfego de pessoas e bens. (Redacção)

Build Angola (?) Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "A Verdadeira história da Build Angola":



Meu nome voces saberão em breve, estou providenciando um dossiê do Sr. Paulo Sodre ,seus "socios" e Build Brasil, ,neste momento a Empresa Build Brasil está com protesto nos 10 (dez) cartorios de protesto de São Paulo,não tem credito para comprar uma agulha,só para os senhores terem uma pequena ideia o escritorio de advocacia Ribeiro Filho, que é quem defende a Build Brasil e seus sócios protestou a referida empresa, a Spacy que faz toda parte publicitária da empresa e a alguns dias atraz estava defendendo os mesmo tambem já protestou R$ 160.000,00 conforme certidões (dossiê)a seguir,eu acho que o povo Angolano deveria ficar atento,a coisa esta PRETA.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Para eles as nossas vidas não têm nenhum valor


Há mais do que um desprezo total pela vida humana protagonizado por este poder gbagboiano. Evidentemente que os espera o mesmo fim, o julgamento pelos crimes doentiamente cometidos, que são tantos, a começar pelo relato da Ermelinda Freitas do Lubango, no Facebook, da agonia do gás tóxico dos geradores. Idem, o célebre caso do banco Millennium Angola, junto ao Zé Pirão, Luanda. Os dos milhares, milhões de deslocados de há uns anos atrás que vivem nos retalhos das tendas, neste momento abandonados à chuva do MPLA, até na mendicidade espoliados, pois os gatunos sempre em estado de prontidão combativa, assaltam-nos. E os da Tchavola, no Lubango, na rua, porque os imperialistas chineses pressionaram: ou fazem como nós queremos, ou não há empréstimos. Os chineses querem o ferro, o caminho-de-ferro reabilitado, e outras riquezas de Angola, às quais o poder cúmplice fecha os olhos, quando as bagagens bem inchadas zarpam nos portos e aeroportos.
E não temos onde nos queixarmos, porque a lei é feita para proteger os senhores das tendas. Qualquer queixa apresentada não tem fundamento, porque o poder dos senhores do petróleo extravasa-se, e ameaçam que não têm problemas porque se pode matar quem quiser, os milhões de dólares abafam qualquer acto de projecção internacional.
E tantas outras diatribes e mortes à espera de julgamento.
São tão selvagens que não lhes basta facturar, também têm de matar.
Então, governar é repressão, é repudiar, é afastar o outro, como nos bons velhos tempos das SS nazis nos campos de concentração. Ainda não se deram conta, que neste momento vivemos exactamente como os judeus nos campos de concentração da segunda guerra mundial?
Quando é que se decidem a parar com a nossa matança?!
Pouco falta para a vossa detenção e arresto, senão vejamos o solene ultimato de Hillary Clinton transcrito do angola24horas: «WASHINGTON - A secretária de Estados dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse nesta segunda-feira que a prisão do presidente em exercício da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, envia um alerta para os ditadores de outros países de que eles não podem ignorar os resultados de eleições livres e justas. E disse que haverá consequências se eles se agarrarem ao poder. "Essa transição envia um forte sinal aos ditadores e tiranos da região e no mundo: eles não devem desconsiderar a voz do seu próprio povo nas eleições livres e justas e haverá consequências para os que se agarrem ao poder".
Imagem: noticias.uol.com.br

O cancro económico, social e eleitoral


Em Angola, não é um partido que está no poder. É um cancro com metástases avançadas, que se disseminam pelos nossos vasos sanguíneos, e nos destroem as células, nos matam.
Urge atacar este cancro com todas as armas médicas ao nosso alcance. É necessário que os pacientes se submetam a exames médicos, e se combatam com a farmacologia existente.
Antes que este cancro nos devore fatalmente, e todos pereçamos sem remissão. Não podemos, não devemos permitir que nos exterminem. Este cancro é também muito hábil, especialista comprovado na fraude das células e cédulas eleitorais. Pelo que, os nossos organismos humanos devem permanecer de atalaia, vinte e quatro sobre vinte e quatro horas.
Todo o cuidado é pouco. Este cancro é muito perigoso porque já provou quanto baste, a destruição executada por alguns países, deixando-os exangues.
É que, é com os biliões de dólares surripiados do petróleo para usufruto pessoal, que ordenam nas nossas vidas, não para vivermos, mas para sofrermos, para morrermos.
Estamos entregues à Peste Negra.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Carta A Todos Os Democratas - Justino Pinto De Andrade


Caros activistas e amigos,
Como a direcção do Bloco previa 2011 está a ser um ano de lutas. Estas vão acontecer para lá da vontade da central ideológica do regime e dos estados-maiores das formações políticas existentes.

Fonte: Bloco Democratico
As lutas vão irromper da grande insatisfação nacional e de novas formas organizativas que se vão desdobrar. Muitas delas serão filhos pródigos do espontaneísmo das novas gerações que estão cansadas de pagar o preço da desgovernação e da ditadura de José Eduardo dos Santos. Este está cada vez mais a ser identificado como o grande entrave ao desenvolvimento político, económico e social do país. A maior parte dos cidadãos angolanos já se deram conta que o país está refém dos interesses pessoais (políticos, económicos e sociais) de JES. Toda a política do país se subordina aos interesses de poder autoritário de JES, seja a política institucional, económica, financeira, comercial, social, cultural, diplomática ou outra.

O 7 de Março (7M) foi uma grande prova da fragilidade do regime. Na sua omnipresença controlista e repressiva não é mais do que um gigante de pés de barro. A convocação de uma manifestação, por uma entidade clandestina mostrou que ninguém acredita no “Estado Democrático de Direito” declarado na Constituição. Todos têm a noção exacta dos estreitos limites de “liberdade” do regime de “democratura” de dos Santos. O 7M veio confirmar a ideia de que 2011 será um ano de grandes desafios. Será um ano de lutas políticas, sociais e de debate sobre o futuro de Angola, por isto, cada um deve redobrar esforços, e aproveitar todos os espaços, para engrossar as fileiras dos democratas e empreendedores angolanos, dando sentido a condição de cidadãos. Este país é nosso, apesar de estar usurpado! Os militantes devem reunir os núcleos de base, todas as semanas, para troca de informações, estudo e debate dos temas correntes. Mas também para concertar meios de intervenção no sentido de melhorar as condições de vida das comunidades em que vivem, interpelando e pressionando as autoridades, organizando protestos e manifestações quando estes se recusam ao diálogo, e não resolvem os problemas mais prementes ou faltam descaradamente às suas promessas.

O país tem que se libertar das garras dos seus opressores e exploradores. Angola tem que cumprir a sua vocação de se tornar uma potência económica de dimensão atlântica que permita enriquecer material e espiritualmente os angolanos. Pois não há razão nenhuma para se ser pobre numa terra muito rica desde que exista um acesso real dos cidadãos à riqueza através da livre iniciativa, da inovação, do espírito de empreendimento e do trabalho. Isto é possível a curto prazo se as riquezas deixarem de sair do país para alimentar as contas de alguns dos seus dignitários e seus amigos no estrangeiro.
Por isso, o Bloco continua a defender que é urgente os angolanos apressarem a mudança do regime ditatorial mas de forma segura. Para isto, o Bloco propõe-se, em conjunto com as oposições e todos cidadãos disponíveis, a empreender um vasto movimento de acções destinadas a transferir para a Nação o controlo político do país, da transição para a Democracia e garantir um processo eleitoral pacífico, livre, justo e transparente.

O Bloco gostaria de fazer chegar, mais cedo do que tarde e com a participação dos cidadãos, a passagem do poder para representantes da Nação eleitos nas urnas e não escolhidos pela fraude do ditador. Por isto, é importante que os cidadãos (no país ou na diáspora) se mobilizem num amplo Movimento pela Verdade Eleitoral. As eleições não são uma questão privada dos partidos políticos. As eleições são uma questão de cidadania. Os cidadãos não podem alienar o controlo do resultado eleitoral à vontade de José Eduardo dos Santos que até agora continua a ter o monopólio da fraude eleitoral. O sentido do voto de cada um (a sua importância, a sua razão de ser) depende da verdade eleitoral. Sem verdade eleitoral é como se não houvesse eleições. Se não houver verdade eleitoral, as eleições serão uma grande farsa que apenas servirão para legitimar, nomeadamente para o exterior, a ditadura. Se queremos mudar o país não podemos deixar que a grande batota eleitoral de 2008 se repita.
A nossa luta pela cidadania e pelo progresso social tem que ter um sentido. Não podemos continuar na política como meros figurantes ou como elementos do décor da democratura eduardista.
Justino Pinto de Andrade
Presidente do Bloco Democrático

Não há forças que se lhe oponham


A minha preocupação consiste no seguinte: o regime incrementa a repressão assustadoramente, estrebucha. Catapulta-nos o terror como modelo de se manter eterno, porque já não é governo, não é país, é um consórcio empresarial. E como cresce a oposição a essa família unipessoal que ameaça os seus tentáculos mortais, há que eliminar por todos os meios a quem a ela se opuser. Aqui nasce uma questão: a oposição será obrigada a lançar-se na criação da luta clandestina, outra vez, a sério, de libertação nacional, porque a Pátria está seriamente ameaçada, danificada de alta traição. E em consonância nascerão células, milícias de autodefesa. E então renascerá a célebre ordem para matar tudo o que se mover, como na Argélia sob domínio do colonialismo francês, e não conseguiram. A última palavra cabe sempre ao povo decidir, e quando ele decide é como um maremoto. Não há forças que se lhe oponham.

Repressão na energia eléctrica. Outro apagão, 1054-11.44 horas


Definitivamente isto está a apagar-se. Mas que grande vigarice. É só repressão, energia eléctrica não.
Os actuais cortes de energia eléctrica já não têm justificação. A única coisa que sobressai é a intensa incompetência de quem insiste em continuar a fingir que governa. E a continuarmos assim, pelos vistos cada vez piores, descambaremos no viver sem sentido, isto é, no sentido do partido único.
O poder deserda-nos, já não somos angolanos, mas um grupo de pessoas que qualquer etnógrafo necessita catalogar como uma nova descoberta de um novo grupo étnico.
Estamos sem futuro, abandonados aos caprichos da sorte de um qualquer, daqueles que sempre publicitam que o nosso futuro vai melhorar. Pelo apoio que Angola dá ao Gbagbo da Costa do Marfim, vê-se muito bem os acontecimentos que nos sucederão.
Isto não é governar, é matar nesta república dos geradores a nos gasear.

O poder vai-lhe fugir


A questão que se coloca é: será que José Eduardo dos Santos, vai impor continuamente a repressão feroz ao seu povo, o qual o elegeu, com o apoio do imperialismo chinês, que nos invade como ratos, e que até das traseiras dos prédios, numa destruição inédita, e numa desordem combinada, faz estaleiros e oficinas. Este poder é demasiado destrutivo.
Se assim persistir, o poder vai-lhe fugir.

domingo, 10 de abril de 2011

A panela com água


São cerca de vinte e uma horas de mais uma noite de lotaria perdida. É que o sorteio dos lucros petrolíferos ainda não chegou à população. Só a alguns do bando da meia dúzia, aos que merecem, pois foram apenas eles que lutaram pela independência de Angola, e por isso têm direitos universais… e até sobrenaturais.
As crianças choram, imploram comida à sua mamã, que desolada não sabe para onde, ou como se desenvencilhar de tal tortura social e mental. E as crianças continuam no choro aflitivo da fome.
É então que a mamã tem uma ideia genial, tétrica, tipo fim do mundo.
Põe uma panela no fogão e junta-lhe água que passado pouco tempo mostra os primeiros sinais de fervura. A criançada enche-se de esperança, a comida não tardará, e alegres retornam às brincadeiras do imaginar que são borboletas, e voam para um local onde há muita comida.
E adormecem a sonhar com a iguaria da panela com água. De manhã, ao acordarem, a mamã já conseguiu qualquer coisa para comerem.
Quando o petróleo é só para corruptos, as populações morrem de fome.

Imagem: zecarlosfrases.blogspot.com

Das 05.26 às 16.19 horas. Outro apagão da manutenção da ditadura


Os demónios existem porque a ditadura também existe. Quando a ditadura não existir, os demónios também não existirão.
Hoje foi mais um dia, dos muitos de quase quarenta anos sem solução de nada, da anarquia instalada. Hoje, 10 de Abril, contemplaram-nos com mais um apagão, desses programados para manutenção. Sim! A ditadura está terminantemente em manutenção.
O nosso povo não necessita de energia eléctrica, porque o nosso partido da vanguarda marxista-leninista ilumina-o. Há que manter sempre este povo na escuridão eterna, porque o nosso Iluminado fornece-lhe a chama da cegueira diurna e nocturna.
E é necessária uma vanguarda revolucionária esclarecida para o catapultar para os degraus da felicidade, na companhia dos outros povos nossos amigos, amantes da paz, da liberdade e do progresso.
Viva a escuridão do nosso povo!
Um povo espoliado necessita de energia eléctrica para quê?! A nossa missão é roubar, e povo (?) é uma efémera palavra que definitivamente no nosso dicionário já apagámos.
Hoje, o apagão foi mais uma operação da manutenção dos quase quarenta anos de ditadura.

Com tantos irresponsáveis, duvido muito que esta fábrica, Angola, funcione.


sábado, 9 de abril de 2011

LUANDA, O TERROR OCULTO


Gil Gonçalves
28Mar11, 22.30 horas, imediações do Zé Pirão.
A tia Lwena está cansada de estar sentada, na desespera da espera que alguém lhe compre o seu uísque dos saquinhos, que dizem ser Good, (bom), mas é de facto Bad, (mau). Os seguranças são os seus principais clientes, bebem para lhes ajudar a esquecer os baixos salários e a dependência extrema, quase escravidão dos seus patrões. Costumam lamentarem-se: «Afinal lutámos para quê, para isto?!.» E bebem também para distraírem a fome que é a sua sempre infiel companheira. A tia Lwena acabou de vender uma embalagem do seu uísque e dois cigarros a um amante inveterado do alcoolismo e do tabagismo. Não adianta informar que a bebida e o tabaco lhes matam, lhes encurtam a vida porque a resposta é invariavelmente a mesma: «É pá, não chateia, eu quero morrer!» E a tia Lwena sente-se perseguida pelo sono, mas não convém desfalecer porque os ratos humanos rondam-lhe, ávidos que ela adormeça para lhe surripiarem qualquer coisa. Chegam dois jovens numa barulhenta moto-rápida, o habitual cenário de quem se sente impune para até já chegar ao nível bizarro, absurdo, de proporcionarem autênticos disparos com os escapes motorizados. Os jovens desmontam, puxam um saco, e dele retiram duas espingardas, dessas curtas. Nas calmas pegam em munições e carregam as suas armas. E logo de seguida partem para de certeza absoluta efectuarem mais um trabalho. Quem serão as vitimas só o diabo o saberá. Ou talvez alguma rádio noticie, ou é mais certo que não. Inicialmente a tia Lwena, aterrorizada, porque imaginou que eles se preparavam para assaltá-la, estava como estátua de pedra. Assim que a juventude heróica e generosa se baldou, ela carrega num ápice a sua bandeja, uma dessas de madeira de mais ou menos um metro de comprimento e meio de largura, dessas que se usam nas padarias, e mesmo com uma perna a coxear, prémio recebido pela idade que sempre envelhece mas nunca rejuvenesce. E só parou quando chegou à porta do seu quarto andar do que ainda resta do seu prédio, que pouco falta para desabar. Aliás vai caindo, tudo é assim. O tempo persegue as coisas até se cansar, e acaba com elas e connosco.
São vinte e três horas. Acerco-me da varanda e olho para a rua. Não se vê ninguém a pé, e os automóveis são poucos. Há terror, há recolher obrigatório em Luanda não decretado.
Quase meia-noite, o filho chega da sua missão de escoltar a sua noiva do serviço na Maianga até ali para os lados da Sagrada Família, e comenta: «Isto não está nada bom. Pelo caminho, e até aqui chegar, não vi ninguém na rua a andar a pé, carros muito poucos. Só se vêem seguranças a dormir.»
No outro dia, pelas dez horas da manhã, na rua da Liga Africana, um jovem conseguiu roubar um telemóvel de uma jovem estudante. A algazarra foi estrondosa, ouvia-se pelas redondezas. Muito rapidamente formou-se logo um grupo espontâneo de intervenção rápida, que perseguiram o audacioso gatuno. Mas em vão, ele conseguiu escapulir-se muito bem.
Há algo de terrificamente anormal. Toda a gente se lamenta: «Vou no óbito, ou, tenho um óbito. Acho que é oportuno alertar a OMS e os direitos humanos da ONU. E as nossas ONGs, Igreja e igrejas, que fazem? Não existe ninguém que denuncie este genocídio silencioso?» «É a parte que nos cabe neste latifúndio».
Ouvi na Rádio Ecclesia que fiscais espancaram selvaticamente um engraxador de sapatos, porque ele recusou-se a entregar-lhes os seus instrumentos de trabalho, que os fiscais lhe queriam espoliar. Depois de apanhar um violentíssimo pontapé carregado de desprezo e ódio, tinha que ser, nas costas, foi para o hospital onde ninguém lhe prestou assistência médica. Queixa-se de problemas respiratórios, provavelmente terá alguma lesão pulmonar. Disse que vai apresentar queixa contra os fiscais. Entretanto, os empresários entregam os seus balanços anuais adulterados, com documentação forjada para diminuírem os lucros e até apresentarem bastos prejuízos e nenhum fiscal os denúncia ou prende. E assim se espoliam e esbanjam biliões de dólares e nenhum fiscal lhes pontapeia.
Diariamente ouvem-se relatos do jornal diário popular da rua, o único que informa com verdade, sobre a situação na periferia de Luanda, que é de genuíno terror. O pânico instalou-se, não é aconselhável andar de noite. E todos se refugiam nas suas casas a rezarem e a invocarem os mais eficazes feitiços para que a epidemia dos marginais não lhes caia pelos tectos, pelas janelas, ou lhes arrombem as portas. E ai de quem se lhes opor. Creio que existe uma espécie de complô nos órgãos de informação para nos darem a entender, assim como a afirmação habitual não convincente da nossa Polícia de que sempre: «Está tudo sob controlo.» Há alguns noticiários ocasionais que narram um ou outro episódio nalgum local que está intensamente povoado de marginais. Provavelmente é de algum funcionário que vive nessas bandas. Por mais que pense, não consigo entender qual é a utilidade da TPA, Jornal de Angola, RNA e LAC.
As cores e os sons perseguem-nos no nosso universo interior. O vento, nestes novos tempos, mais forte, revelador da sua eterna perenidade, também nos exerce forte perseguição. E nós sempre na louca tentativa do convencer não se sabe a quem ou a quê, pavoneamo-nos da nossa infausta fortaleza. Oh! Como somos imensamente fracos perante as avassaladoras demonstrações dos poderes da nossa querida e amada Natureza. E como adoramos a permanência da soçobrada exibição pessoal do nosso domínio perdido nas areias desertas dos confins determinados. Tudo em nós é fraqueza, mas contudo temos por hábito fingir que somos muito fortificados e sofisticados.
O que nos sobra e nos suporta são sempre as revoluções. Há as de jasmins, e por aqui as dos vulcões das multidões. E nas ruas os espoliados dos poços petrolíferos descobrem novas jazidas de miséria. Cercados pelas inúmeras plataformas petrolíferas dos contentores do lixo, fazem pesquisa e prospecção com as mãos. Os barris do petróleo deles são os sacos de plástico que vão enchendo com os restos da pestilência do lixo, afastados do crude. É o que lhes resta nesta fazenda deste mundo sem vida. Entretanto, os contentores do lixo são as modernas refinarias dos vagabundos que já foram povo. Agora fazem, jazem cadavéricos na produção dos escombros dos desempregados.
Às cinco horas da manhã, ainda tive o tempo consagrado do chilrear do instrumental sempre afinado dos quartetos sinfónicos dos pardais, nos sem trigais da passarada humana esfomeada. Os trinados seguiam linhas melódicas que captadas pela nossa central cerebral, os interpretavam e lhes davam, premiavam nos nossos maestros neuronais. E repentinamente voaram, escaparam, refugiaram-se noutras andanças desumanas. É que a barbárie revigorou: a energia eléctrica alimentada, desconjuntada, dispara-nos mais um apagão. E o fumo dos geradores de tão intenso alarmou o festival sinfónico da pardalada, antes que fosse massacrada.
Olho para as folhas da planta amiga, que também me observa, me suplica que a salve da morte. E como está murcha, desfalecida, vai também ficar moribunda como as outras que rapidamente lá morreram antes dela. Consegui finalmente desvendar o segredo do colapso, do estertor final das inocentes criaturas. É o fumo do gerador do Banco Millennium Angola, nas traseiras da Pomobel, ao Zé Pirão, que envenena as plantas, as pessoas, como uma central nuclear dessas do Japão. O dinheiro desse banco está amaldiçoado, e será exorcizado no dia do seu juízo final. Esta e mais milhentas destas coisas despertam o descontentamento da população, porque há um empenho, um forte desprezo pelas nossas vidas. Porque o mais importante é facturar, e nós para matar.
Olhamos para as ruas da nossa cidade e parece-nos ver uma imensa colónia de formigas humanas que se movem aparentemente na mesma direcção. Este é o viver dos labirintos que nos impõem, o veneno que todos os dias nos são presenteados. Há muito que nos movemos sem sentido. A cidade evoluiu muito, agora tem gigantescos cemitérios de betão, e nós somos o cimento.
Estamos a ficar como as bananas podres, sem futuro.
Um exemplo? No dia 29Jan11, a Teixeira Duarte SA, destruiu a rua Rei Katyavala, em frente à Delegação Provincial da Juventude e Desportos. Quatro portugueses comandaram as operações de destruição. Até o trânsito encerraram. Queriam acesso à conduta principal de água que passa no meio da rua.
Mais um exemplo: as empresas de construção (?) destroem os cabos da energia eléctrica e não assumem as suas responsabilidades. Ou melhor esclarecido: Destroem Luanda na mais execrável pilhagem de todos os tempos.
E ainda mais outro: a Ilha do Mussulu está devidamente privatizada, na mais elementar selvajaria. Monstruosidades humanas com motas de água, motas rápidas, geradores, aparelhagens sonoras que quase, dir-se-á, provocam maremotos, num intenso colonialismo social e económico. Desordem total… legalizada. Os pescadores que ali viviam e ganhavam a sua vida honestamente? Correram com eles, claro, para o paraíso da miséria. Aliás, como se faz a tudo o que é povo angolano. Naturalmente que isto não poderá permanecer por muito mais tempo, é desejável e inevitável.
Decididamente, Luanda não é do povo, é dos senhores dos escravos. A miséria continua.
Há cerca de uma semana, para os lados do Talatona, uma figura pública, ele não quer que o seu nome seja divulgado, parou o seu carro para atender uma chamada no telemóvel. E acto contínuo ficou sem o seu computador portátil, o telemóvel, a pasta com os seus pertences pessoais, documentação profissional vária e tudo o mais que acharam interessante. Imaginem como estará a personalidade, a alma deste homem. É que há cerca de um ano foi assaltado na sua residência. Eram quatro, armados, abancaram quase toda a noite, serviram-se de comes e bebes como se estivessem na sua casa. Violentaram duas sobrinhas, a sua esposa teve muita sorte, não lhe abusaram. Perguntavam continuamente: «Onde está o dinheiro? Queremos o dinheiro!» Ameaçando-os constantemente de morte. Bazaram com todo o dinheiro, um computador portátil, outro de secretária, e duas botijas de gás.
Há quatro dias no Rocha Pinto, um professor também parou o seu automóvel para atender uma chamada. Ouviu fortes pancadas no porta-bagagem, olhou para o retrovisor e lá estavam eles, os do submundo já preparados para o assalto final. O professor instintivamente acelerou e safou-se, e viu o ar de desânimo de três párias da sociedade. São inumeráveis os relatos diários de tantos infortúnios. Uma coisa é certa: não são necessárias as tais manifestações do Norte. Nós aqui já estamos com elas.
As obras em construção, as paralisadas e as destoadas da servil especulação imobiliária transformam Luanda num monte de sucata civilizacional. São um óptimo reduto, posto de comando avançado, quartel-general dos que lutam pela sobrevivência nas universidades da gatunice. Obras a esmo que afinal fomentam a desordem e a intranquilidade.
Não se pode conceber a doutrina chinesa de não empregar angolanos, sob os mais variados argumentos. Até o de chegar ao ponto de dizerem que os angolanos não servem para trabalhar, pois só atrapalham o chinês. É um ardil mafioso para importar os milhões de chineses desempregados. Mas também um toque subtil para implantação das máfias chinesas que perigam o poder. É só continuarem como estão, e daqui a pouco tempo, Angola cair-lhes-á de bandeja nas mãos. Mas, é consenso já assente que o maior desastre de todos os tempos, tal como uma grande calamidade, foi o encerramento do mercado Roque Santeiro, que baixou à miséria extrema milhares, ou milhões de habitantes, que agora são assíduos frequentadores do roque dos caixotes do lixo. Caçadores de talentos que buscam nos contentores do lixo as sobras apátridas.
E sem livros, sem bibliotecas, sem hábitos de leitura, formam-se exércitos de analfabetos que marginalizados pelo sistema, só têm uma saída: a violência para sobreviver. E não há polícia que chegue, é impensável, irrealizável. Aliás, quanta mais polícia, mais desorganização. Imaginem por exemplo, um milhão de polícias em Luanda. Com as sabidas nossas deficiências e constrangimentos… a logística travar-se-ia, e não é o que já acontece?
Quem conseguir conquistar as populações, nunca perderá uma guerra.
upanixade@gmail.com




Falsas promessas e falsas propagandas. Bento Kangamba, Empresário Desportivo.


Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Bento Kangamba, Empresário Desportivo":

Para nós ele é um Empresário da Juventude que faz Falsas Promessas!

Como é do conhecimento geral, o falecimento dos 3 jovens no dia 03 de Fevereiro de 2011 no acidente ocorrido a estrada para o Lobito, com a caravana do cantor Cabo Snoop.(Premiado na MTV BASE África 2010, como melhor performance lusófona).

No período de luto, as famílias foram apoiadas de forma diversificada por várias entidades, tais como o Ministério da Cultura, Movicel, a LS produções, Power House, e muitas entidades individuais que partilham a mesma dor que as famílias.

Contudo, neste mesmo período um indivíduo conhecido por “Empresário da Juventude” (Bento Kangamba) e seu representante conhecido por “Republicano” apresentaram-se perante as famílias fazendo promessas no que respeita a apoio financeiro, que até ao momento não demonstram intenções de cumprir e nem se quer prestar palavras.

A intenção de alguns familiares enlutados de Ibraim Veríssimo Martins (I.V.M.) e Márcia Morais Martins é de denunciar esta situação pois consideram que não é correcto aproveitar-se de um momento de dor das famílias para fazer “publicidade enganosa”, e gerar falsas expectativas aos mesmos.

Nenhum dinheiro trará de volta os nossos entes queridos. O que nos resta é garantir a dignidade dos mesmos!

Os familiares inlutdaos.

Imagem: adbrasil.ning.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

E o vento democrático libertou Armando Chicoca


Isto ainda acontece, permanece, porque aceitamos conviver, sem o demover, no lirismo democrático. As aves voam, não porque têm asas, mas porque aprendem a voar. Aos jornalistas ofereceram-lhes umas asas com graves deficiências de fabrico que lhes obstaculizam a liberdade de voar. Já aprenderam o voo, mas há poderes que os prendem no solo.
A etapa do jornalista Armando Chicoca, revela-nos que a democracia (?) ainda é a ditadura do proletariado, nesta ilha cercada de tubarões por todos os lados. A democracia do esquartejar das mandíbulas.
Em Angola, a corrupção é de tão baixo nível, selvagem, abjecta, que até há juízes que praticam assédio sexual sobre miseráveis vítimas indefesas. E o mais grave, o mais inquietante, é a condenação à prisão de todos os que denunciam estes sobreviventes da ditadura proletária da injustiça.
A História é o conflito permanente entre senhores e os seus escravos que lutam pela sua libertação.
E o Jornal de Angola, o nosso Diário do Povo, órgão oficial do marxismo-leninismo angolano, agora com profundos laivos chineses, na lavagem da imagem da manifestação de 02 de Abril, que estavam lá escassos quarenta manifestantes… não estava, não esteve lá ninguém. Mas uma coisa é certa, não noticiada: os novos-ricos, corruptos e o comboio palaciano dos gatunos do nosso erário público, esses, não se fizeram presentes, como habitualmente.
A luta agora é entre corruptos e honestos… entre ditadores e democratas. Nesta luta não há lugar para os nossos Gbagbos. Facilmente se adivinha quem será o próximo ditador a descer do pódio das ditaduras.
Esta governança é da matança. É o governo da exterminação nacional.
Estes nossos políticos da quarentena permanente, de quase quarenta anos no poder, perdem o tempo a nos aldrabar, sempre que tudo vai melhorar. Trabalhar?! Nunca mais!
Maratonas, o pior exemplo da destruição de uma nação.
Ó vós que estrebuchais: quanta mais repressão e morte, mais revolução.

Imagem: pagina--um.blogspot.com

A perseguição da intolerância impiedosa


A L E R T A * A L E R T A * A L E R T A * CERCA DAS 21H DO DIA 6 DE ABRIL, QUARTA-FEIRA, DOIS INDIVIDUOS ENCAPUÇADOS SURGIRAM FRENTE A CASA DO CARBONO – PROMOTOR DA MANIFESTAÇÃO DE 2 DE ABRIL E PRESO EM 7 DE MARÇO – AFIRMANDO “VAMOS TE APAGAR CARBONO”. OS SUPOSTOS MELIANTES DISPARARAM TIROS QUE ASSUSTARAM A VIZINHANÇA. CARBONO NÃO SE ENCONTRAVA EM CASA, HAVENDO SIDO ALERTADO POR PARENTES VIZINHOS. A SUA RESIDÊNCIA SITUA-SE POR DETRÁS DA CIDADELA. COLEGAS ESTÃO A TENTAR CONTACTAR A POLICIA PARA DENUNCIAR O ACONTECIMENTO E SOLICITAR PROTECÇÃO PARA CARBONO (921009600)

Fonte: BD-Bloco Democrático

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Luanda, agora quando chove, os estragos provocados parecem um maremoto.


Eis o festim ainda inacabado dos projectos (?) das novas centralidades (?) da especulação imobiliária dos nossos novos-ricos sempre cada vez mais corruptos.
Enquanto a oposição não criar uma comissão de congelação dos seus bens para indemnização dos espoliados, nunca chegaremos a lado nenhum. Depois da última chuvada, 05Abr11, facilmente se pode concluir que o MPLA destruiu Luanda, e aqui dá muito bem para enfatizar que não houve guerra. O MPLA destruiu Luanda sozinho, muito bem como só ele sabe fazer. E a seguir? Quem é que conseguirá viver em Luanda, se ela está, vai, “desaparecer”?
O texto a seguir é muito convincente… lá como cá, na irmandade destruidora, revolucionária.

«Cidade de Maputo. Destruição de vegetação provoca cheias urbanas.
Maputo (Canalmoz) - A destruição da vegetação dando lugar a construção de habitações, escritórios, pequenas machambas entre outras infra-estruturas, tem sido uma das causas que tem vindo a provocar inundações a nível da cidade de Maputo. Cita-se o exemplo da destruição de uma parte da avenida Julius Nyerere, no coração da cidade, há cerca de 10 anos, sendo o resultado directo de práticas que não levam em conta o que depois pode acontecer com a fúria da natureza.
“Nas áreas onde antes era vegetação urbana e nas encostas, hoje aparecem casas e machambas. O milho é pior que o capim. A vegetação natural agarra mais o solo que as culturas nas machambas e obras erguidas”, disse o professor catedrático Carmo Vaz, sublinhando que a Avenida Julius Nyerere destruí-se em 2000 e até hoje ainda se aguarda por um projecto para a sua reconstrução.
“Temos que planificar o nosso território. Se a vegetação desaparece, o solo é removido facilmente”. “As florestas ajudam que as águas fiquem no solo”, lembrou.
Osvaldo Kitiane, um dos estudantes universitários que participou no encontro, quis saber do palestrante porque é que as vítimas das cheias mesmo reassentadas passado algum tempo, depois voltam para os mesmos locais.
Por seu turno, Abdul Magid, engenheiro civil presentemente nos Caminhos-de-ferro de Moçambique, disse que “o país já está sentado no chão, já não existem árvores, só há arbustos” e indaga a influência que isto pode causar para a natureza. Pedrito António, do Ministério das Obras Públicas e Habitação, disse que a questão das secas e cheias cíclicas prenunciam a mudança climática. Lembrou que “esta actua lentamente”. Concluiu, entretanto: “estamos a morrer sem nos apercebermos. Ao mesmo estilo que um sapo que é colocado em água fria que se aquece aos bocados e ele acaba morrendo sem se aperceber”.
Este participante quis saber como é que se pode emitir um aviso antecipadamente. Em resposta, o Professor Vaz disse que as pessoas voltam às zonas de onde foram retiradas porque querem produzir. “Quem se acidenta não deixa de andar de carro”, referiu Vaz. Afirmou depois que “tal como um condutor volta a conduzir carro depois do acidente, uma vítima das cheias também volta à zona que havia abandonado”.(Cláudio Saúte)»

Bcp considerado "lixo". S&P corta "rating"


MILLENNIUM BCP está a um passo de ser classificado de "junk".(LIXO)

O BCP também sofreu um corte de dois níveis, pelo que o “rating” desceu de BBB+ para BBB-. O banco liderado por Carlos Santos Ferreira tem agora uma classificação de risco que se situa apenas um nível acima de “junk” (BB+).
No relatório onde anuncia a decisão, a S&P diz que o corte no “rating” da banca portuguesa “reflecte o impacto directo” da redução efectuada à classificação da República.

A analista Elena Iparraguirre explica que a revisão reflecte também “a deterioração que antecipamos no perfil financeiro de todos os bancos, em resultado do aumento das dificuldades económicas e financeiras que antecipamos em Portugal”.
In http://bcpcrime.blogspot.com

Secreta persegue Manifestantes do 02 de Abril


Uma viatura da marca Rav 4, de cor preta com a chapa de matrícula não identificada perseguiu está segunda-feira (04/04/11), a viatura dos jovens que estiveram presentes no Largo da Independência para comemorarem o dia da paz.

ANGOLA24HORAS

Os agentes da secreta angolano foram acompanhar os rastos dos Jovens Adão Ramos e Lacerda Costa Van-dunem desde o primeiro de maio até a casa no município do Cazenga.
Serviços secretos que estavam desde as 09 horas naquele local, marcou os estudantes presentes que estiveram na manifestação do dia 02 a favor da Liberdade de Expressão, que decorreu as 13horas. Onde ficou acordado dois próximos grandes eventos.
O primeiro, a participação da juventude nas festividades a favor da paz, que foi anunciada pelo Governador de Luanda que seria organizado no Largo 1º de Maio, e a segunda, a realização de uma manifestação popular em vários municípios e outras províncias grupos já foram criados para culminar com a do dia 27 de Maio data do fraquecionismo.
Alem de outras manifestações que estão a ser organizadas em todos os municípios até ao culminar da magna manifestação.
Hoje 04 de Abril quando eram 9horas, jornalistas, jovens universitários e rapper´s faziam-se acompanhar com dísticos com dizeres, tal como: A paz só com justiça, viva paz, paz e liberdade, foram molestados e impedidos de entrar no Largo da Independência alegadamente por orientações superiores.
Mesmo demonstrando a passividade e a vontade em comemorar a paz. Para mais tarde aparecer um oficial do SISA, antigo Sinfu, que orientou o acesso dos manifestantes tendo ficado todos até 19 horas. A refletir a paz.
Lembro que no local foram molestados os jornalistas com empurrões e ameaças graves.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Angola, a última batalha dos nossos generais líbios e sírios


Como os ditadores são tão inúteis enquanto vivos, e perante as suas mortes, porque: «Sem transparência, advinham-se Egiptos ou até Líbias, mais cedo ou mais tarde.» in Marcolino José Carlos Moco
Angola ainda é considerada um campo de batalha, porque tem muitos generais no poder, quase como a sua dimensão territorial. E por isso, quem não pertence aos seus exércitos seja considerado inimigo a afastar, a abater dos quadros administrativos.
O efectivo militar inclui o pessoal civil sob tutela de um qualquer general-governador. É a pureza da raça ariana, que extermina a outra, os apátridas, os espoliados que nem direito têm a chamarem-se de angolanos.
Só quem vive inundado de milhões de dólares, esses sim, são os puros angolanos, os outros nem direito ao lixo têm, porque os excessivos zeladores fiscais perseguem-nos, cumprindo as ainda remanescentes orientações revolucionárias: quem não estiver de acordo com os postulados do nosso partido de vanguarda, que seja torturado, e depois arrastado e abandonado em qualquer lixeira, que é o que mais existe, abundante.
Que triste fim aguarda estes revolucionários. O inferno já lhes tem lugares reservados, à disposição. Só que sem dinheiro, sem riquezas, porque por ali tudo arde sem compaixão, tal e qual como eles são. E a ala de uma incerta igreja acompanha-os, porque há sempre algum destroço perdido.
E enquanto o bando dos seis continuar a desmantelar o poder democrático, Angola é, e será por vontade unilateral, uma imensa Tchavola em África.
E com tantos, tantos generais no poder, significa que a guerra ainda não acabou. Assim, o próximo inimigo já eleito por unanimidade pelo Politburo, é sem dúvida alguma, o povo angolano.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Paz inventada?


[4 de Abril, dia da Paz]: Policia tenta impedir jovens de se manifestarem a favor da paz social no largo do Primeiro de Maio em Luanda. Neste momento (15:57 horas de Angola/Luanda) estão concentradas no largo da independencia cerca de 100 pessoas. Cada vez aparece mais gente e a mobilizaçao continua pelos telemoveis. Uma reporter a jornalista Lacerda da Costa da Radio Despertar, já está no local.
In Felizarda Mayomona

TODOS AO LARGO DA INDEPENDENCIA COMEMORAR A PAZ DE FORMA ESPONTANEA "UM GRUPO 30 ANGOLANOS ESTÁ NO LARGO DA INDEPENDENCIA PARA COMEMORAR A PAZ. AS PESSOAS ESTÃO LIGADAS A MANIFESTAÇÃO DO 2 DE ABRIL. A POLICIA ESTÁ A IMPEDIR QUE OUTROS GRUPOS SE APROXIMEM E DEU 30 MINUTOS PARA AS PESSOAS SAIREM DO LOCAL. DEVIDO A INSISTENCIA DOS MANIFESTANTES A POLICIA DIZ QUE PODEM FICAR, MAS SEM SE MEXEREM. UM CHEFE DA POLICIA AMEAÇOU UMA MANIFESTANTE, SRA ELSA, DIZENDO QUE A PODERIA ARRASTAR SE ELA VOLTASSE A MANIFESTAR-SE. HÁ JA VARIOS CARTAZES NO LOCAL E A MOBILIZAÇÃO POR TELEFONE JÁ COMEÇOU. É IMPERIOSO QUE A NOTICIA CORRA ANTES QUE SE MANCHE A PAZ COM ALGUMA VIOLÈNCIA POLICIAL. ELSA QUE ESTEVE PRESA NO DIA 7 PODE SER CONTACTADA PELO NR 932178174. PAULO ARAUJO ESTÁ NO LOCAL COM O NR. 924056095. FERNANDO MACEDO PODE DAR PARECER JURIDICO SOBRE A MANIFESTAÇÃO ESPONTÀNEA PREVISTA NA CONSTITUIÇÃO E LEI, TELEF 931786551 APOIEMOS A PAZ SOCIAL, AQUELA QUE É A PAZ DA JUSTIÇA SOCIAL, DO AMOR E DO DESENVOLVIMENTO PARA TODOS."

ACABEI DE FALAR C/A ELSA E CONFIRMOU-ME EXACTAMENTE O K DISSE O DR. FILOMENO. UM TAL SUPER INTENDENTE K DIZ CHAMAR-SE ALEXANDRE DO NASCIMENTO AMEAÇOU SEVERAMENTE A ELSA: SENHORA, NÃO SE MEXE E NÃO EXIBE CARTAZ NENHUM. SE TE MEXERES VOU TE TORTURAR, VOU TE MASSACRAR. ENTRETANTO, AS PESSOAS VÃO CHEGANDO "RELUTANTES" AO LARGO DA INDEPENDENCIA(JÁ K A POLÍCIA PROIBIU INCLUSIVE A PERMANENCIA NO REFERIDO LARGO) PARA CELEBRAR A SUA MANEIRA O DIA DA PAZ. TODOS AO LARGO DA INDEPENDENCIA PARA JUNTOS CELEBRARMOS A PAZ À MODA DE UMA ANGOLA NOVA, SEM ALGEMAS, SEM TABUS, SEM MEDO E SEM BAJULAÇÕES.

In BD-Bloco Democrático

DESIDERATA. Nunca é demais, vale sempre a pena insistir, lembrar.


Vai serenamente por entre a agitação e a pressa e lembra-te da paz que pode haver no silêncio. Sem seres subserviente, mantem-te tanto quanto possível, em boas relações com todos.

Diz a tua verdade calma e claramente e escuta com atenção os outros, mesmo que menos dotados e ignorantes, também eles têm a sua história. Evita as pessoas barulhentas e agressivas; são mortificações para o espírito. Se te comparas com os outros podes tornar-te presunçoso e melancólico porque haverá sempre pessoas superiores e inferiores a ti.

Apraz-te com as tuas realizações tanto como com os teus planos. Põe todo o interesse na tua carreira, ainda que ela seja humilde; é um bem real nos destinos mutáveis do tempo. Usa de prudência nos teus negócios porque o mundo está cheio de astúcia; mas que isto não te cegue a ponto de não veres virtude onde ela existe; muitas pessoas lutam por altos ideiais e em todo o lado a vida está cheia de heroísmo.

Sê fiel a ti mesmo. Sobretudo não simules afeição nem sejas cínico em relação ao amor porque em face da aridez e do desencanto, ele é perene como a relva. Toma amávelmente o conselho dos mais idosos, renunciando com graciosidade às ideias da juventude. Educa a fortaleza de espírito para que te salvaguarde numa inesperada desdita.

Mas não te atormentes com fantasias. Muitos receios surgem da fadiga e da solidão. Para além de uma disciplina salutar, sê gentil contigo mesmo. Tu és um filho do universo, e tal como as árvores e as estrelas, tens o direito de o habitares. E quer isto seja ou não claro para ti, sem dúvida que o universo é-te disto revelador.

Portanto vive em paz com Deus seja qual for a ideia que dele tiveres. E quaisquer que sejam as tuas lutas e aspirações, na ruidosa confusão da vida, conserva-te em paz com a tua alma. Com toda a sua falsidade, escravidão e sonhos desfeitos o mundo é ainda maravilhoso. Luta para seres feliz.


1927-Max Ehrmann. Renewead 1954 Berta K. Ehrmann
Composto, arranjado e conduzido por:
Fred Werner

Produção de Fred Werner e Les Crane

Tradução livre de Maria Luiza Peixoto


























domingo, 3 de abril de 2011

Escândalo Higino Carneiro


Caro Sr. General Higino Carneiro, pelo carinho que eu tenho por vossa pessoa é meu dever alerta que vossa Senhoria corre o risco de estar envolvido em um escandalo internacional, onde vai envolver o seu nome.
Estou a falar de seu apoio ao candidato Aurelio Martins presidente do partido MLSTP de São Tomé e Principe, onde esta pessoa não vale nada e esta comprometendo muita gente e o pivo é a vossa pessoa.

Fonte: gabriel klinker
dr.gabriel10@hotmail.com

Todos em São Tomé ja sabe de seu apoio financeiro para que ele se eleja a presidente de São Tomé e Principe, onde está sendo preparado um docie para mandar a diversos jornais do mundo, Angola, Portugual, Brasil, e a muito outros paises.
O Sr. Aurelio Martins esta falando para quem quizer houvir, de sua parceria com ele, e levando o seu nome e de seu partido em Angola MPLA, onde dizem que seu apoio financeiro a candidatura dele chega as sifras de 10.000.000,00 de dolares onde vocês juntos pretendem monopolizar o no petroleo de São Tomé e Principe, e pelo que sabemos o MPLA apoia a candidata Maria das Neves e não do Sr. Aurelio Martins, pediria a vossa pessoa que reflita e analise a pessoa do Sr. Aurelio Martins, cujo ele não tem boa fama em São Tomé e Principe, um empresario que deixou a maioria de seus funcionarios sem seus devidos salarios cerca de 400 trabalhadores estão sem receber a mais de 7 meses, e muitas outras coisas pesadas, que estou levantando para passar a vossa senhoria, mas ontem ele foi alem, metendo os pés pelas mãos, e mais uma vez colocando o Sr. H.C em cheque na assembleia para escolha do Candidato a Presidencia de São Tomé e principe.
Ele convocou uma assembleia onde mesmo sem coro deu incio a votação onde seriam 400 pessoas a votar, e com 90 pessoas presente, assim mesmo deu inicio a votação passando por cima da lei e da constituição do pais, onde foi eleito a candidato a presidente pelo partido, dando automaticamente uma repercussão na TV e na radio de São Tomé, onde esta sendo criado um movimento para impuguinar sua candidatura mas o que mas me chamou a atenção, que o Sr. Aurelio Martins por varias vezes em Assembleia citou seu nome e tenho certeza que jamais o Sr. autorizaria esta pessoa a usar seu nome, e temos como provar que ele comprou a maioria dos votos, ele esta se achando o Deus todo poderoso, cuidado Sr. Higino não vale a pena o Sr. se comprometer onde o Sr. passou muitas coisas dificeis na vida para poder chegar onde chegou, e mesmo se o Sr. continuar com o apoio tenho certeza que estara queimando o seu dinheiro, pois ele não tem a minima chance de se eleger, se não quizer acreditar em mim é simples mande gente de sua confiança a São Tomé para comprovar o que eu estou dizendo, mas não deixe isto para lá, pois é seu nome que estará sendo envolvido neste escandalo, onde seu nome vai ser envolvido em muitos jornais do mundo, acredite em mim pois eu tenho muito carinho pela vossa pessoa e sei que o Sr. não merece passar por isto, e meu maior receio vai ser quando isto vir a tona e a primeira pessoa a receber este docie vai ser o presidente de Angola.
Deixe este individuo se enfforcar sozinho ainda a tempo, pois o Sr. so sabe o que saiu da boca dele, não vale a pena colocar sua boa reputação em cheque, Sr. Higino estou aqui para lhe ajudar a não cometer este suicidio, pensse bem.
Estou reunindo maiores informações e provas para manter a vossa pessoa informada, mas estamos correndo contra o tempo, meu conselho ao Sr, se afaste o mais rapido possivel do Sr. Aurelio Martins , não vale a pena correr este risco e se comprometer a nivel mundial, e perder sua credibilidade junto ao seu pais.
E mais uma vez so estou lhe alertando pois tenho muita gratidão ao sr. e por sua familia.
Vou lhe mantendo informado, mas não fique sentado pois podera ser tarde de mais.

COSTA DO MARFIM. Milhares de mortos e desaparecidos em Duekoue


Intensificava-se a luta na Costa do Marim
Patrick Achi, ministro de Infra-estruturas Económicas, assegurou que a situação das forças leais a Gbagbo é de caos total.
ELMUNDO.ES

sábado, 2 de abril de 2011

Como ficar seguro em redes sociais?


A melhor parte de você usar as redes sociais é poder entrar em contato com o mundo todo. Mas essa também é a pior parte. Afinal, você troca informações pessoais com muita gente como se estivesse falando de forma particular – no entanto, essa informação é publicada em um espaço coletivo.
Dependendo de como são as suas configurações de privacidade, um enorme número de pessoas que você nem conhece tem acesso ao que você publica na rede.
Por isso, juntamos algumas dicas para que você, leitor do Hype, fique mais seguro usando as redes sociais. Confira:
Não apenas use configurações de privacidade, mas encoraje seus amigos a fazer o mesmo
Várias pessoas têm problemas com informações em redes sociais mesmo com configurações de privacidade ativadas. Isso porque, na página de amigos que não usam essas ferramentas, há uma grande quantidade de informação que pode ser acessada.
Não anuncie seus planos de férias
Fotos de viagens são sempre legais – mas espere até chegar em casa para revelar onde você esteve. E isso serve, na verdade, não apenas para férias, mas para qualquer plano em que você esteja fora de casa (isso porque você jamais colocaria seu endereço em uma rede social, certo?).
Aceite pedidos de amizade com cuidado
Isso é uma dica que vem desde os tempos em que o Orkut fazia sucesso: aceite pedidos apenas de pessoas que você conhece. Se você não tem certeza se conhece ou não a pessoa, mande uma mensagem perguntando quem ela é.
Não inclua muitas informações pessoais
Incluir informações pessoais em redes sociais é praticamente inevitável. Afinal, é por causa delas que você conversa com outras pessoas através dessas ferramentas. Mas não exagere. Por exemplo, quando for colocar sua data de aniversário em seu perfil, evite colocar o ano em que você nasceu – isso não funciona apenas para delatar sua idade, mas fornece a criminosos virtuais experientes dados suficientes sobre você para que seja possível roubar sua identidade.
Pense duas vezes antes de clicar em um link
Todo bom usuário do falecido Orkut sabe que há muito malware que é transmitido via links em scraps. Então antes de abrir um link suspeito é bom conferir se ele é legítimo. Não faz mal nenhum enviar uma mensagem à pessoa que o enviou pedindo mais informações.
Não confie em todos automaticamente
Criminosos virtuais podem se disfarçar de “amigos” e ganhar sua confiança mesmo que você não os conheça pessoalmente. Gente que diz freqüentar as mesmas comunidades que você, ou dividir os mesmos interesses e pode até construir um relacionamento virtual baseado em confiança. Desconfie sempre. [LiveScience]
http://hypescience.com/como-ficar-seguro-em-redes-sociais/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
Hypescience

Luanda. Manifestação de 2 de Abril - Breaking News]:


Contrariando a ordem injusta do GPL, os manifestantes já se encontram reunidos no largo da Independência. Esta iniciativa juvenil e apartidária, que contou logo de inicio com o apoio e a solidariedade do Bloco Democrático, foi reforçada com a presença do ilustre Doutor Makuta Nkondo, que nos disse pelo telemovel que há pessoas de algumas províncias que foram (outras ainda desejam ir) a Luanda para aderir à manifestação. "Mais um motivo para vocês na diáspora se unirem", terminou Makuta Nkondo.
In Vanessa Mayomona (Nessa). Facebook

COMUNICADO DE IMPRENSA



Contactos dos organizadores:
www.centralangola7311.net
dia7angola@gmail.com
Telefone:
+244 912 419 740
+244 924 435 234



ANGOLANOS SAEM À RUA PARA PEDIR LIBERDADE DE EXPRESSÃO


LUANDA, 1 de Abril de 2011
Foi convocada para este sábado, dia 2 de Abril, às 13:00, em Luanda, uma manifestação pública, pacífica e apartidária no Largo da Independência, com o objectivo de reivindicar “Liberdade de Expressão em Angola”. A iniciativa foi lançada publicamente no dia 25 de Março por um grupo de jovens angolanos sem filiação partidária, através da sua página na Internet, “CentralAngola7311.net”. Alguns destes jovens foram detidos no passado dia 7 de Março quando se tentavam manifestar pacificamente no Largo da Independência.
O Governo Provincial de Luanda (GPL) foi informado por escrito desta convocatória através de uma carta endereçada ao governador da província de Luanda, José Maria dos Santos, com data de 24 de Março. De acordo com a lei 16/91, ao não haver resposta por parte do GPL durante as seguintes 24 horas, a manifestação é automaticamente autorizada. Esta carta pode ser lida na íntegra no site desta iniciativa.
Na passada quinta-feira, GPL convocou os organizadores e informou que a manifestação só estaria autorizada se fosse realizada no Parque da Independência – e não no Largo da Independência, como foi inicialmente convocada. Carlos Alberto Cavukila, que responde pelo Gabinete Jurídico daquela instituição governamental, explicou aos jovens que o Largo da Independência seria usado pelo GPL para uma actividade relativa ao dia 4 de Abril, data em que se celebra o Dia da Paz em Angola. Esta mesma decisão foi enviada por escrito a somente um dos organizadores nesse dia.
Contudo, os organizadores decidiram manter o local inicial da convocatória considerando que têm legitimidade legal para o fazer dado que o comunicado do GPL, de acordo com a lei, seria válido apenas se enviado 5 dias antes. Os jovens enviaram, ainda, uma carta à Polícia Nacional, explicando o sucedido e apelando a que acudisse ao local para garantir a segurança dos manifestantes.
Assim sendo, a manifestação terá lugar amanhã no Largo da Independência, à 13 horas, e promete ter mais adesão por parte da sociedade civil angolana que a do passado dia 7 de Março. Alguns partidos da oposição manifestaram já o seu apoio à iniciativa.

No seu site, o movimento explica que se vive um clima de medo e desconfiança política em Angola. “Queremos que todos os angolanos possam manifestar livremente a sua opinião sobre o país, quer estejam de acordo com as políticas do regime, quer estejam descontentes e discordem dessas políticas”, defendem. “Nós, sociedade civil, queremos ter voz. Queremos fazer parte do debate político e opinar sobre o futuro da nação”. Os jovens alertam ainda para as eleições presidenciais marcadas para 2012 e para a importância de se preservar a liberdade de expressão, nesse contexto.“Exigimos liberdade de expressão em Angola, especialmente quando se avizinham eleições no nosso país e queremos poder decidir livremente o nosso destino e consolidar a nossa democracia. Acreditamos que Angola reúne todas as condições para construir uma democracia exemplar em África, devolvendo a soberania ao povo.”
Os organizadores mostram-se conscientes de que “o clima de medo e desconfiança que se vive em Angola não é propício à adesão das pessoas a qualquer tipo de convocatória deste género. Sabemos também que essa é mais uma das razões que justifica esta acção”, acrescentam. “Deverá ser do interesse de todos os agentes políticos do país, organizações políticas, Governo, Assembleia da República, Presidente da República, meios de comunicação social e, principalmente, da sociedade civil em geral, defender esta acção pela liberdade de expressão em Angola.” Apelam ainda a que os meios de comunicação social nacionais e internacionais cumpram o dever de cobrir com objectividade os acontecimentos de amanhã, em Luanda.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

MENINA SEQUESTRADA HÁ 1 DIA


Todos nós temos filhos, sobrinhos, primos, netinhos até. Por isso não desviem o olhar desta mensagem. Hoje por aqueles e amanhã por um de nós.
PASSEM ESTA MENSAGEM PARA TODAS AS PESSOAS QUE CONHEÇAM.
MENINA SEQUESTRADA HÁ 1 DIA - PASSAR RÁPIDO
¡¡¡¡Es importante, pasalo rápido!!!! NO TE LO QUEDES, POR FAVOR

No te lo quedes, POR FAVOR, pásalo A TODOS TUS CONTACTOS. Alerta por el secuestro ayer de esta niña de 3 años y medio , Elise, en Tamaimo, Sur de Tenerife. Sus secuestradores, dos hombres y una mujer, viajan en un Seat Panda TF-7633-V (color beige o marrón). En previsión de que puedan pasar a la península con ella, haz circular este este mensaje con la foto. Gracias.. .
Gonçalo Mesquita. Zelar - Serviços de Administração e Gestão de Condomínios. Rua Serpa Pinto, Bloco da Juventude, Loja R/C Esquerdo 8150-164 São Brás de Alportel. Telefone/Fax: +351 289 843 991 Telemóveis: +351 966 955 864 +351 910 631 932 E-mail : zelarcondominios@gmail.com


Última hora. José Eduardo dos Santos demite-se e entrega o poder à oposição.


Notícia de última hora dá conta que o Presidente, José Eduardo dos Santos, numa reunião de emergência com os partidos da oposição, decidiu entregar-lhes o poder para evitar o ressurgimento de outra Costa do Marfim, outra Líbia, ou outra Síria.
Muito preocupado com os bens espoliados ao longo de quase quarenta e dois anos, foram-lhe dadas garantias de que não passará fome durante os últimos dias da sua vida.
Leitor: desculpe, mas acaba de cair numa mentira do dia 1 de Abril.

A memorável pescaria. Barra do Kwanza, pouco depois da independência de Angola.