sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Pelo menos 26 mortos em colapso de ponte provocado por explosão na China


Pelo menos 26 pessoas morreram na sequência do colapso de uma ponte no centro da China, quando um camião que transportava material pirotécnico explodiu, informou a imprensa oficial chinesa.
O camião "explodiu de repente" quando passava numa ponte de uma autoestrada na província central de Henan, causando o colapso de parte da estrutura e a queda de outras viaturas, disse a Rádio Nacional da China.
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Destak/Lusa | destak@destak.pt

Recusados pedidos de autorização de trabalho em Moçambique a 19 estrangeiros


Maputo - O Ministério do Trabalho (MITRAB), através da Direcção Nacional do Trabalho Migratório (DTM), indeferiu, durante o mês de Dezembro, um total de 19 pedidos de autorização a cidadãos estrangeiros para trabalho em Moçambique, em diversos sectores de actividade.
Trata-se de 17 cidadãos de nacionalidade portuguesa, um sul-africano e um cidadão indiano, de um total de 28 pedidos maioritariamente para as áreas de comércio, informática, finanças e construção civil, na cidade de Maputo.

Fontes do Governo apontam como causas para a não autorização de trabalho a alguns estrangeiros em Moçambique, as manobras de contorno à legislação laboral em vigor, como por exemplo, no aspecto que exige que só se recrute um expatriado em caso de, a nível interno, não houver mão-de-obra qualificada para o posto, bem como a exigência de integração de trabalhadores nacionais capazes nas diversas áreas de maior complexidade técnica, administrativa ou de gestão nas empresas (artigos 31e 33 da Lei do Trabalho).

O recrutamento de estrangeiros com dados viciados ou sem as mínimas qualificações académicas ou profissionais exigidas para os postos indicados também tem constituído um dos motivos para frequentes reprovações.
(c) PNN Portuguese News Network
Imagem: http://suitecinquentaeum.blogspot.com

Vaga de portugueses em Moçambique




Muito se tem falado na enchente de portugueses que está a chegar a Moçambique. Nos últimos meses a comunicação social moçambicana tem feito "manchetes" sobre este tema. Há quem veja isso com bons olhos, como sinal de progresso e ofertas de emprego e há quem não goste, quem tema a subida ainda maior do preço das coisas. Mas há ainda quem tire vantagem e se aproveite destes recem chegados portugueses.

http://suitecinquentaeum.blogspot.com

Infelizmente falo de causa própria, que também fui enganada aquando da nossa chegada. Perdemos algum dinheiro na altura, tal como muito boa gente está a perder às custas de promessas, boa vontade e simpatia de alguns moçambicamos. É verdade que o povo é simpático, mas há muitos "malandros" e "oportunistas".
Sei que existem pessoas que se dão ao trabalho de ir para o aeroporto "recrutar Tugas". Contam-lhes o quão é difícil obter visto, dire, constituir uma empresa, arranjar casa, etc. e prometem solucionar tudo num curto espaço de tempo, pois conhecem alguém nos sitios certos. O "fulano" até pode tratar efectivamente das coisas, mas inventa mais de metade e faz parecer complicado o que na realidade não é.
O melhor mesmo é aconselharem-se antes com quem de direito: Consulado Português, AICEP (para empresas),  Associação Portuguesa em Moçambique (recentemente reactivada) ou Serviços de Migração. Em relação a casas, nada melhor que falarem com agências de imobiliária, é mais seguro.

Um dos melhores conselhos que me deram aqui em Maputo foi-me dado no Consulado, quando tentava resolver a questão do meu DIRE e já não sabia o que fazer.
"- O que tiver de resolver aqui em Moçambique, tente resolver você. Vá ao Serviço de Migração, pergunte, volte lá as vezes que forem precisas até estar tudo direito. Mas vá você, não mande ninguém."
Talvez a senhora do Consulado não saiba mas conseguiu "abrir-me os olhos".

Tenho a dizer que fui ao Serviço de Migração uma vez perguntar, copiei a listinha de coisas necessárias (está afixada), organizei tudo e voltei lá a segunda vez para dar entrada do pedido.

Só por curiosidade, tinham-me pedido mais de 1000USD para tratarem do meu DIRE, só as papeladas, porque a entrega tem de ser feita pelo próprio por causa da foto e assinatura.

Amigos portugueses, não se deixem levar pela canção do bandido...aqui em Moçambique há muitos que a querem cantar.

Angola: FMI quer mais transparência e adverte para défice orçamental


O FMI recomenda às autoridades angolanas que garantam uma “transferência atempada” das receitas da Sonangol para o Tesouro nacional.
Redacção VOA
O Fundo Monetário Internacional recomendou ao governo angolano o lançamento de programas de diversificação económica, apostando em infra-estruturas, capital humano e redução de custos empresariais, de acordo com um comunicado divulgado aqui em Washington.

No final de uma visita a Luanda, entre 16 e 29 de Janeiro, de uma equipa técnica do FMI aquele organismo internacional sustenta que o petróleo, que é o motor da economia angolana, irá beneficiar dos preços elevados do barril e da subida da produção petrolífera em cerca de 4%, para mais de 1,8 milhões de barris por dia.

No mesmo documento, o FMI recomendam às autoridades angolanas que garantam uma “transferência atempada” das receitas da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola, Sonangol, para o Tesouro angolano.

“Continua o processo de reconciliação dos actuais fluxos da receita petrolífera, bem como os esforços envidados pelas autoridades no sentido de explicar inteiramente o grande residual acumulado das contas fiscais 2007-2010″, de quase 42 mil milhões de dólares, pode ler-se no documento.

No comunicado, afirmar-se que a proposta de lei de Orçamento de Estado para 2013 é um passo importante no sentido de se conseguir uma contabilidade fiscal “universal e unificada”, deixando a Sonangol, pela primeira vez, de ter a seu cargo operações quase-fiscais.

No entanto, o FMI chama a atenção para o facto de a proposta de orçamento conter um aumento significativo da despesa com um consequente défice orçamental, “pelo que as autoridades têm de acompanhar com atenção o impacto desse défice na inflação e na balança de pagamentos.”

Jornal de Angola acusa agência Lusa de fazer "nova campanha suja" contra Angola


Luanda - Os técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) que concluíram a sua missão em Angola durante o mês de Janeiro elogiaram o Executivo por ter incluído no Orçamento Geral do Estado “as despesas quase fiscais” da Sonangol em nome do Estado. A missão considerou que a decisão constitui uma “reforma fiscal importante”. Os técnicos do FMI, que estiveram 15 dias em Luanda, disseram que o Orçamento Geral do Estado de 2013 é “um passo importante” para as contas públicas angolanas passarem a observar os dois princípios básicos do orçamento: universalidade e unidade.

Fonte: JA Club-k.net
Precisamente no dia em que estes elogios do FMI eram tornados públicos, surgiu uma campanha na imprensa portuguesa contra Angola. Desta vez os seus autores nem sequer disfarçaram. Foram ao “armazém” e tiraram de lá mentiras e falsidades que já tinham publicado em Janeiro de 2012. Há um ano, a ONG Human Rights Watch pôs a circular pelos órgãos de comunicação social “amigos” que o Fundo Monetário Internacional estava surpreendido com o “desaparecimento de 25 mil milhões de euros” nas contas angolanas. A agência Lusa e vários jornais portugueses, com destaque para o do multimilionário Belmiro de Azevedo, deram grande destaque a esta informação.

O Executivo desmentiu imediatamente a Human Rights Watch e em termos muito duros. A agência Lusa há um ano dava notícia do desmentido e as explicações técnicas dadas. Dizia o comunicado, divulgado em 18 de Janeiro de 2012, há um ano e 13 dias, pela agência Lusa: “o Executivo lamenta a leviandade e sensacionalismo com que este assunto foi abordado por alguma imprensas e considera que as especulações e acusações de um pretenso desvio de fundos públicos por parte do Executivo se insere nas habituais campanhas de sectores já identificados, na sua desesperada tentativa de descrédito dos dirigentes e instituições angolanas”.

No mesmo comunicado de há um ano, o Executivo informava que estava tudo devidamente esclarecido com o FMI sobre a discrepância verificada.

Ontem a agência Lusa voltou a publicar as mesmas mentiras de há um ano, propagadas pela Human Rights Watch. O “Diário de Notícias” de Lisboa, canais de televisão e outros jornais portugueses fazem o mesmo. O público não se lembra do desmentido do Executivo e a manipulação faz o seu caminho. Não desapareceu nada, está tudo explicado, foi tudo devidamente esclarecido. De tal forma que o FMI acaba de elogiar o Orçamento Geral do Estado e as medidas tomadas pelo Executivo que considera “reforma fiscal importante”.

A parte do elogio é escondida. As mentiras de há um ano são repetidas. Apenas foram actualizadas com uma declaração patética de uma Lisa Misol que em declarações à Lusa “actualizou” a notícia de arquivo. A agência noticiosa portuguesa já dá notícias de há um ano com a chancela de actualidade resumida a uma declaração de alguém ligado à fonte da mentira. A manipulação é ainda mais grave.

A agência Lusa ignora o desmentido do Executivo de há um ano. E ao fazê-lo está a dar mais crédito a organizações que se destacam pelos seus ataques contra Angola e os seus responsáveis políticos, do que a um governo eleito, que na época estava legitimado por mais de 80 por cento do voto popular. Este ano, nas eleições gerais de Agosto, conquistou mais de 70 dos votos, uma maioria qualificada.

É estranho que a direcção da agência noticiosa Lusa ignore o desmentido do Executivo de um país e insista em publicar as mentiras de uma instituição especializada na manipulação e na calúnia. Entrou claramente na campanha leviana e sensacionalista contra Angola.

Os seus responsáveis devem ter parado no tempo em que Portugal não reconheceu Angola como um país independente e soberano, a mando de Mário Soares. E o seu delegado em Luanda deve estar convencido de que é o último herói que cumpriu o grito de Salazar: “para Angola, depressa e em força”.

Esta campanha suja entronca com outras que visam o Procurador-Geral da República e que “desenterra” o chamado “Caso BNA”. O Executivo no seu desmentido, há um ano, fala de “sectores já identificados”. Mas continuam sem rosto.