segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Porque em nenhum país Democrático deve haver a «“cultura da morte” ou do assassinato por razões política»


Isaias Samakuva, líder da UNITA, afirma, e como muita propriedade, que 2013 "termina com uma incógnita sobre o que realmente se passa no país"; não esqueçamos que manifestações, a maioria preparadas e levadas a efeito com vontades e interesses pacíficos, foram transformadas em "actos de morte" como disse e bem o senhor Presidente Eduardo dos Santos.

ELCAlmeida. Pululu

Ora, aqui está algo que o senhor Presidente deve ponderar e chamar a atenção de alguns dos seus companheiros: a Democracia é isto mesmo, não só alternância de poder (aconselhável) como o direito à contestação pacífica que não deve ser combatida com armas e contra-informação déspota!

Porque em nenhum país Democrático deve haver a «“cultura da morte” ou do assassinato por razões política» como muito bem sua Excelência, o senhor Presidente, afirmou na sua alocução de fim de ano.

Um dos principais factores para que a cultura democrática seja uma verdadeira realidade passa pela(s) conversa(s) entre o Chefe de Governo, no caso o Presidente da República, e o(s) líder(es) da Oposição para que consensos sejam obtidos e o País se desenvolva como todos desejamos.

Todos queremos que Angola, e que tem condições mais que suficientes para isso, copie um dos princípios da presidente Dilma Roussef, "o fim da pobreza absoluta no Brasil" esperando que nós possamos acrescentar, não direi o fim, mas a diminuição quase absoluta da corrupção!
Imagem: ultradownloads.com.br


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