Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

PGR investiga agressões policiais a dirigentes do Bloco Democrático





Em causa queixa-crime apresentada contra a polícia pelo BD por agressão a um dirigente.

VOA Português

A Procuradoria Geral da República(PGR) convocou o presidente  do Bloco Democrático (BD) Justino Pinto de Andrade para prestar declarações  sobre a queixa-crime apresentada pelo seu partido  na sequência da agressão de que foi vítima um dos seus responsáveis por parte de agentes da Polícia de Intervenção Rápida.
A queixa-crime tinha sido entregue à Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal da PGR depois que foi  brutalmente agredido, em Luanda,  no dia 27 de Maio, o Secretário Nacional  do Bloco Democrático para a Formação e Cultura Manuel Fonseca de Vitória Pereira quando passava pelo local onde um grupo de jovens pretendia realizar uma manifestação contra o Governo.
O advogado Luís Fernandes de Nascimento disse à VOA que  outras  testemunhas do incidente também foram notificadas  pela PGR.
O também secretário para Assuntos Políticos do BD afirmou que o seu partido  aguarda serenamente pelo desenvolvimento do inquérito judicial.  
A  notificação dos dirigentes do BD foi antecedida de dois encontros  com o Ministro da Justiça e o Secretário de Estado dos Direitos Humanos.
O  académico Manuel de Victória Pereira é o segundo dirigente do Bloco Democrático a ser agredido pela polícia angolana depois do secretário geral, Filomeno  Vieira Lopes, ter conhecido a mesma sorte quando apoiava uma manifestação pacífica de jovens em Luanda,  há  cerca de dois anos .

Imagem: Justino Pinto de Andrade
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