SOS MATANÇA no banco millennium Angola do forno crematório nazi. Correr e fechar portas e janelas porque vem aí terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

quinta-feira, 7 de Junho de 2012

Se Raul Danda tivesse juízo respeitaria o cargo que ocupa - José Ribeiro



Luanda  - O senhor Raul Danda invoca o instituto do Direito de Resposta mas não deve saber o que isso significa, porque não o cumpre. Mesmo assim, publicamos o seu texto, novamente ameaçador e ofensivo. Os leitores que tirem as conclusões. Nós tiramos as nossas.

Fonte: JÁ Club-k.net
Nota do Director do Jornal de Angola
No “direito de resposta” diz que em 2008 as eleições foram fraudulentas. Está a responder a quê? Se tivesse havido uma fraude maciça não se poderia eleger para deputado alguém com o seu nível.

Afirma que o Jornal de Angola joga “porco”. Raul Danda está equivocado. Os jornalistas do Jornal de Angola não são da sua espécie. Não se julgue famoso só porque como jornalista da Vorgan silenciou os autos de fé de Jonas Savimbi na Jamba e promoveu assassinos. Ninguém é famoso por ser conivente com aqueles crimes sem perdão. Raul Danda viu queimar mulheres vivas e a seguir foi para os microfones da Jamba glorificar os matadores.

Raul Danda ameaçou o Jornal de Angola e fez afirmações criminosas do ponto de vista da Constituição. Na escola de Savimbi não aprendeu a democracia. E desde que saiu, pelos vistos, não quis aprender a agir com decência.

Raul Danda fala no seu “direito de resposta” em ataques e intimidações a pessoas de Cabinda. Não é isso o que as nossas fontes e as populações de Cabinda nos dizem. Se as organizações dos Direitos Humanos não agirem rapidamente os cúmplices do “inferno” vão continuar impunes.

O deputado da UNITA faz-me ataques pessoais inaceitáveis. Diz que tenho vergonha de mim próprio. E que sabe, através de jornalistas do Jornal de Angola que sou mais papista que o papa em termos de militância no MPLA. Só um tonto pode escrever coisas deste nível. Diz que censurei artigos escritos por João Melo e Adelino de Almeida, deputados do MPLA. Nunca fiz tal. Cabe a ambos desmentir tão torpe mentira ou confirmar o que escreve.

No fim da sua carta envolve também o nome da senhora Ministra da Comunicação Social. Se tivesse juízo respeitaria o cargo que ocupa. Tente, pelo menos, ser digno do regime democrático.


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