SOS MATANÇA no banco millennium Angola do forno crematório nazi. Correr e fechar portas e janelas porque vem aí terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Acidente na barragem de Kambambe provoca morte de quatro técnicos


Kambambe – Pelo menos quatro técnicos de diferentes nacionalidades morreram nesta quarta-feira, 22, no Complexo Hidroeléctrico de Kambambe, localizado na província do Kwanza Norte, em consequência da queda de uma plataforma nas obras de ampliação da barragem de Kambambe.

Fonte: Club-k.net
O acidente, registado às 11 horas e 30 minutos locais, provocou  – de acordo com um comunicado de imprensa do Ministério de Energia e Águas, distribuído em Luanda – à morte de um cidadão angolano de nome Wilson e de três cidadãos estrangeiros nomeadamente, um italiano (de nome Lucas), um marroquino (Brahin) e um brasileiro (Adalberto).

O comunicado acrescenta que os outros sete técnicos que também se encontravam na plataforma na hora do acidente “não sofreram danos físicos” e encontram-se em estado de observação.

A nota de imprensa conclui referindo que o Ministério da Energia e Águas promete actualizará a informação sobre o acidente, "tão logo seja concluído o competente relatório de inquérito mandado instaurar para o apuramento das causas e responsabilidades".

O complexo hidroeléctrico de Cambambe, com a potência total de 180 megawatts, foi inaugurado a 06 de Outubro de 1963 e as obras de ampliação incluem a subida em 28 metros do muro da albufeira, o que permitirá adicionar mais 80 megawatts de energia eléctrica produzida.

Está ainda projectada a construção de uma segunda central eléctrica que produzirá 700 megawatts. As obras deverão estar concluídas em 2015 e a energia eléctrica produzida beneficiará 8 milhões de pessoas, segundo as previsões do Governo angolano.

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