sábado, 4 de setembro de 2010

Sempre a pensarem naquilo, do 27 de Maio


Sempre com as torpes ameaças, como se o tempo não se movesse.
Mas ele move-se e contraria-vos!
Regressar para lá, é o vosso desejo que contraria o nosso.
Por mais que atentem já não é possível porque a máquina do vosso tempo está descontrolada, brutalizada, parada.

Ainda e sempre sedentos do mesmo sangue. Um 27 de Maio não lhes satisfaz. É necessário renovar os milhares de mortos impiedosamente assassinados por outros renovados.

Que vivam para sempre os ensinamentos dos carrascos do outro 27 de Maio.

E actualmente a vida do mwangole é como se Angola sofresse um brutal tremor de terra.

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