Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Excesso de doutorismo







São Paulo - A embaixada de Angola em Lisboa é das instituições diplomáticas nacionais cujo elenco é, apresentado (via website) com um alegado “excesso de doutorismo”.
Fonte: Club-k.net
De acordo com o seu website, fazem parte da embaixada cerca de 69 funcionários seniores e 28 dos quais são apresentados na ficha técnica como “doutores”.
O Embaixador Marcos Barrica, por exemplo, é apresentado como “professor doutor” enquanto que duas das suas secretárias (Dilma Esteves e  Isabel Moreira Bastos Feliciano) são também apresentadas como “doutoras”.
De acordo com o wikipedia “o grau académico de doutor é o grau académico mais elevado dos sistemas de ensino superior que visa comprovar a capacidade do seu titular para desenvolver investigação num determinado campo da ciência, atribuído por uma universidade ou outro estabelecimento de ensino superior autorizado, em regra após a defesa de uma tese, ato que pode ser antecedido pela frequência de um curso de Doutorado ou Doutoramento.”
Sem pôr em causa as habilitações académicas dos funcionários da embaixada angolana em Portugal, são desencontradas informações indicando que os 28 “doutores” desta missão diplomática tenham passado pelo mestrado, o grau que antecede ao doutoramento.
O wikipedia explica, por exemplo, que “no Brasil há o uso costumeiro de tratar-se por doutor pessoas de algumas formações superiores, principalmente medicina e Direito. ou mesmo, excepcionalmente, sem formação, como o caso de Roberto Marinho.”
De forma a não banalizar o termo (doutor) o Brasil, lançou um manual determinado que “como regra geral, empregue-se tal título aos acadêmicos que finalizaram o grau de doutorado” e nos demais casos "senhor" é suficiente, segundo o documento  disciplinar.




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