Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Líder da Unita alerta para situação explosiva em Cabinda


Acusa o Governo de não acatar as propostas do seu partido.

Coque Mukuta
VOA

O presidente da Unita Isaías Samakuva alertou esta semana que a exclusão social em Cabinda pode agudizar o conflito interno naquela província.
A reacção do líder do maior partido da oposição surge depois de a CASA-CE ter denunciado combates entre as Forças Armadas e  a FLEC e o desaparecimento de pessoas no enclave.
Segundo o presidente da UNITA, Isaías Ngola Samakuva, o conflito que se regista em Cabinda era previsível pelo nível de discriminação social existente no enclave: “Temos nós a alertar o Governo que há situações que podem desenvolver-se para situações de conflito. E não é só em Cabinda, o país tem várias áreas onde existem situações sociais e económicas que podem desenvolver para esta situação de conflito”, disse.
Samakuva sublinha ser "preciso que o governo presta atenção a essas questões, porque à medida que o tempo passa as pessoas vão tomando conhecimento  de várias situações que não vão tolerar para sempre, por isso é que dissemos que a situação de guerra em Cabinda era previsível”.
O líder da Unita disse ainda que por diversas vezes o seu partido propôs saídas para o conflito naquela província e noutras áreas sensíveis de conflitos no país, mas o partido no poder nunca as levou em conta.
Enviar um comentário