segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Rádio Ecclesia. (Do latim ecclesia, igreja)


A China é um potentado económico, porque utiliza escravos como mão-de-obra. Como os Faraós na construção das grandes pirâmides. Como a riqueza dos governantes do petróleo. Ainda estamos, continuamos naqueles momentos antes de Locke e Voltaire. Antes das grandes revoluções que abalaram a Humanidade.


Chama-se esta Rádio, «a voz dos sem voz», que se irradiasse a todos os cantinhos, conhecidos e desconhecidos, alegraria, alentando glorificaria, as almas penadas. A Igreja é a esperança de muitas almas abandonadas, de esperança perdida.

Um presidente de uma nação torna-se vitalício, porque se convence que a população o endeusa. Por isso ele tem a certeza de que não são necessárias eleições. E quem diz o nosso povo, é porque dele não faz parte.

A Rádio Ecclesia leva alegria aos corações, cria a especialidade da religião que é evitar conflitos. Não emitindo para muito longe, é como uma estátua, não se move, não fala, emudece. É como um governo sem livros, e sem livros é voltar às cavernas.

Faz-se a torpe política de silenciar uma Rádio, porque há interesse no desencaminhar a juventude para muitas festas, muita destruição espiritual. Muitas festas, muitas noites perdidas, mentes desnutridas, destruídas. A maldade é a bíblia dos ditadores. Evangelizar é ensinar, educar, levar luz onde há a escuridão deste petróleo diamantífero que nos traz convulsões sociais, que nos beneficia com a morte.

Porque, substituir os colonos por outra cor, não é solução. Continua a vigorar a lei de excepção, cada um faz o seu melhor, espezinhando, destruindo o outro. Na opressão colonial era justo fazer a luta de libertação. Agora, na nova opressão é ilícita a libertação. Se as populações lá perdidas na Atlântida, escutassem a Rádio Ecclesia, ela ajudaria, apoiaria o verdadeiro desenvolvimento económico e social. Porque a palavra da Igreja desperta, leva as mentes do agora para o amanhã, para a dimensão futura.

A Igreja com a sua Rádio é um tremendo apoio para a fuga do Neolítico. A Igreja é a vida, a alma deste povo. Retirar-lhe a Rádio, a Igreja, é suicídio. Quando as cabeças dos políticos não conseguem resolver problemas dos Estados, as guerras recomeçam. Resolver os problemas das populações é muito complicado, é mais fácil fazer guerra. Como um rei que reina mas não governa.

Com uma única rádio estatal, que desinforma a verdade, que ainda tamborila o comunismo revolucionário, e que à socapa desfaz a Rádio Ecclesia, presume-se que se prepara para voltar aos bons velhos tempos do marxismo-leninismo.

Há a insistência do lugar-comum que estamos muito desenvolvidos, mas na verdade ainda não nos desabituámos da idade da pedra. Porque, há milhões de anos que andamos a aprender o que é humanismo. Até o surdo ouve o murmurar das promessas de liberdade.

Os abutres estão no poder, mas o albatroz vigia-os. Só a fome é proporcional aos discursos dos políticos.

Só a verdade nos liberta!

Inicialmente publicado em: Portugal em Linha
Foto: http://www.daylife.com/photo/0aqO1GN0IXcRHVisite-me também em: Universidade, Universe, Medicina, X-Files

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