Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Serviços de segurança do estado boicotam reunião da UNITA no Bom Jesus





A UNITA adiou sine die a reunião dos membros do comité municipal de Icolo e Bengo convocada para ter lugar na sede comunal de Bom Jesus dia 22 de Junho de 2014, domingo último.
Quando tudo estava apostos para actividade, restaurante Zidane alugado para albergar a reunião do comité municipal, delegados vindos de diversas partes do município já se encontravam no terreno e também o Secretário provincial da UNITA, Álvaro Chikwamanga Daniel, eis que surge a noticia de que o espaço alugado encontrava-se encerrado, em virtude de o dono ter sido intimidado por elementos dos serviços de segurança e do Sinfo da comuna.
“Eu precisava do vosso dinheiro, mas meu irmão quem sou eu para ir contra os homens da segurança aqui”, afirmou receoso o dono do restaurante pago a uma para acolher a reunião municipal da UNITA.
Confrontada com esse cenário, o secretário provincial da UNITA deslocou-se à esquadra policial local para falar com o comandante, que recebera na véspera, a comunicação do secretário comunal da UNITA, informando a intenção da realização da actividade política no dia 22 de Junho de 2014. O Comandante não se encontrava no seu posto, foi contactado via telefónica e dizia-se surpreso e desconhecedor do que estava a acontecer.
Finalmente, a reunião teve de ser adiada para uma data e local a indicar, mas no território do Icolo e Bengo. Dirigindo-se aos presentes Álvaro Chikwamanga agradeceu aos delegados que tinham percorrido longas distâncias e lamentou o acto de intolerância politica que atribuiu aos chamados homens do regime que não se adaptam aos ventos da democracia multipartidária que há mais de vinte anos faz parte do ordenamento jurídico angolano.







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