sexta-feira, 7 de março de 2014

Funcionário denuncia clima de terrorismo na EKA causado por directores estrangeiros


Para: Director Geral do Grupo BGI
Senhor Philippe Frederic Director Geral do grupo BGI em Angola, venho por intermédio desta carta expôr o seguinte: Actualmente vive-se um clima de terrorismo na EKA (Empresa Angolana de Cervejas) causado pelos seus dirigentes nomeadamente o Director da Fábrica (Renaud Brard) o Director Financeiro (Jean Baptiste) e o Chefe dos recursos humanos (Albino Rodrigues).

Fonte: Club-k.net

1º Estou neste momento a escrever esta carta com lágrimas porque eu e mais 4 colegas estamos prestes a ser despedidos da empresa na qual trabalhamos a mais de 7 anos sem justa causa.

2º O Sr. Renaud Brard Director actual da Eka dirige actualmente a empresa na base de cartas e sanções disciplinares absurdas, em menos de 6 meses que ele trabalha para a empresa assinou mais de 10 sançõesdisciplinares e demitiu jovens com sonhos e destruiu famílias, tudo porque ele limita-se a ouvir o Director Financeiro mostrando claramente a sua incompetência e incapacidade de liderança.

3º O Director Financeiro Jean Baptiste demitiu recentemente um de nossos colegas sem justa causa alegando desrespeito e desobediência aele, uma vez que ele mesmo falta respeito a todos os funcionários da Fábrica e uma prova clara é o facto do mesmo ter sido corrido do Huambo (CUCA) por onde trabalhava e enviado a Eka para continuar a causar o terrorismo e descontentamento aos funcionários alegando que pode fazer o que bem entender porque é protegido pelo senhor Philippe. Um dos factos que marca o péssimo comportamento e abuso de influência do senhor Jean Baptiste é a tortura que ele fez contra um segurança e recebeu-lhe a arma guardando a mesma no seu quarto.

4º O Director dos recursos Humanos, Albino Rodrigues é muito bem conhecido como um dos criadores deste todo tumulto, ele tem mais de 67 anos de idade é aposentado mas nunca deixou a empresa porque ele contribui na despromoção dos cidadãos Angolanos perante a Direcção do Grupo BGI, ele mantém negócios dentro da empresa, faz cortes de cerveja, desconta dinheiro nos salários dos funcionários para fornecer pequenos almoços, esteve envolvido em vendas de caixões para a empresa e nada acontece com ele porque diz o mesmo que é protegido pelo senhor Philippe Frederic.

Perante a isso gostaríamos ter um esclarecimento do senhor Philippe porque razão continua a proteger pessoas que têm a intenção clara de prejudicar os sonhos de jovens Angolanos? O senhor sente-se feliz e realizado com o proceder dos seus homens que vivem destruindo famílias e deixando-as sem os seus empregos?
Porque razão o senhor permite a transferência de uma fábrica para outra de uma pessoa que já foi corrida pelo seu péssimo comportamento (Jean Baptiste)?

Solicitamos que o senhor resolva este caso porque não ficaremos descansados com estas injustiças sucessivas, as vidas dos senhores Renaud Brard e Jean Baptiste correm risco porque não ficaremos descansados enquanto o assunto não for resolvido, e enquanto continuarem a vir para a nossa pátria expatriados com a intenção clara de prejudicar-nos, pois perante as autoridades Angolanas os senhores declaram que estão a vir para Angola ensinar o quadro nacional, transmitir a vossa experiência e não causar terror e insatisfação nas pessoas como têm feito.

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