quarta-feira, 25 de junho de 2008

Especuladores Imobiliários, Falsários


e Outros Empresários

É nacional, é neocolonizado, eu gosto!
Idi Amin… sempre presente!

Encaro com mágoa imensa
Neste mundo a excepção
Até nos cães há diferença
Uns vivem bem outros não
António Aleixo

Tantos e tantos partidos políticos para as eleições. Mais parece o mercado Roque Santeiro

Todos os aventureiros mundiais aprontaram as proas das suas naus e rumaram, neocolonizaram para estas praias deliciosamente petrolíferas. Francis Drake, Capitão Kid, Fernando Cortez, Francisco Pizarro, Capitão Morgan, Zé do Telhado e os seus comunistas/comodistas. Capitão do mato Lampião, a dinastia Fu-Manchu, a quadrilha Jesse James, Billy the Kid, Ponce de Leon. Mais chegarão, retornarão.

Já se juntaram, reuniram ao local Torquemada. Preparam uma saborosa ementa: ser humano no espeto e espetadas, estrondos à la Iraque, sobremesa à la Mugabe e corpos estufados à la Idi Amin. Todos no rodopio, na busca das misteriosas cidades perdidas do ouro negro.

E os idiotas locais já não são tratados como indígenas estrangeiros. Evoluíram… agora são índios. Para que a História se repita, e se respeite, estes índios serão, já são espoliados das suas terras e escravizados nas minas antes nacionais, agora internacionais, e finalmente exterminados. Estão agora na fase do esgotamento físico e psicológico. Levantam-se ás três, quatro da manhã, não dormem, e lá vão escravos neste mais que perfeito campo de concentração petrolífero.

Um comunista, não é, é comodista desses arribados, perguntou-me maliciosamente se não concordava que o Estado devia nacionalizar outra vez as empresas. Respondi-lhe que não, que já tínhamos passado por essa fase medieval. O homem voltou-me as costas com desprezo e desandou rápido. Nunca mais o revi.

Outro comunista, não é, é comodista arribado, repartia os bens só para si. Lá andou para a sua terra. Deixou-me o carro que lhe paguei, éramos amigos, ou parecíamos, mas o carro estava podre, bom para o lixo. Engraçado é que o gajo exercia funções de presidente de uma associação muito conhecida, a qual por ora omito o nome, por motivos de segurança pessoal.

Comunista/comodista é como a seita Testemunhas de Jeová. Comunista é o tipo de pessoa que complica, incendeia o já muito complicado. É como um exterminador de baratas. Mas, porque será que todos, ou quase que aqui naufragam são comunistas? Comodistas!
Gil Gonçalves


Uma das consequências da falta de liberdade é o subdesenvolvimento económico, científico, técnico e cultural. Os países explorados tornaram-se economicamente débeis e em muitos casos, lançados numa situação caótica que os obriga a retomar ou a continuar a sua dependência dos outros países mais desenvolvidos.
Libertar é transformar pela violência uma ordem social estabelecida por minorias. E por isso mesmo libertar uma sociedade, é fazer a revolução. É preciso libertar o Homem não só do esclavagismo colonial, mas ainda de qualquer forma de dominação social no interior de cada país. Nenhuma classe deve poder explorar outra.
Agostinho Neto. 20 De Janeiro de 1978. Discurso na Universidade de Ibadan, Nigéria


Imobiliário
Maianga e Ingombota são os bairros mais caros de Luanda
23.06.2008 - 18h51 Lusa
Os bairros da Maianga e Ingombota são os mais caros de Luanda, com preços por metro quadrado próximos de 5.760 dólares (3.715 euros) para apartamentos, revela um estudo da consultora imobiliária angolana Proprime.

O estudo, hoje publicado pelo Jornal de Angola, indica ainda que na Maianga o preço de um apartamento de cinco assoalhadas ascende a três milhões de dólares (1,94 milhões de euros), enquanto um de três assoalhadas situa-se entre 645 mil euros (220 metros quadrados) e 500 mil euros (165 metros quadrados).

No bairro da Ingombota, um apartamento de cinco assoalhadas (223 metros quadrados) custa 838 mil euros, enquanto um de duas assoalhadas (64 metros quadrados) ronda os 245 mil euros.

Já em Luanda Sul, o valor de mercado de um apartamento de duas assoalhadas (57 metros quadrados) ronda os 249 mil dólares (160 mil euros) e o preço de um de cinco assoalhadas situa-se acima do milhão de dólares (645 mil euros).

Em Viana e na Camama, um apartamento de duas assoalhadas custa pouco mais de 200 mil dólares (129 mil euros), com o preço a subir para 285 mil dólares (184 mil euros) tratando-se de três assoalhadas.

Enquanto na Ingombota o preço do metro quadrado atinge 5.760 dólares (3.715 euros), no Camama fica-se por 3.300 dólares (2.128 euros).

De acordo com o Jornal de Angola, o estudo indica que nalguns casos os apartamentos chegam a ser mais caros do que vivendas com a mesma área.

O governo angolano afirma que o mercado imobiliário do país está a ser afectado por especulação, que pretende combater com uma revisão legislativa e do sistema tributário e através de um programa de fomento habitacional.

Segundo um estudo recente da consultora imobiliária Worx, a subida de preços tem vindo a ser sustentada pela procura por parte de empresas e expatriados, devido ao intenso crescimento económico do país, conjugado com a escassez de espaços de qualidade e tendência para concentração na capital.

"Porém, ainda se verifica a inexistência de espaços de qualidade, embora já existam planos a curto e médio prazo para inverter esta situação", lê-se no estudo da Worx, que adianta ser o mercado de escritórios "ainda bastante especulativo".

No segmento industrial, "a procura por espaços tem aumentado, especificamente nas zonas contíguas a área portuária", para onde está planeada a construção de "elevado número de novos edifícios", e no mercado residencial "não têm sido desenvolvidos novos projectos, excepto os espaços destinados aos colaboradores das empresas relacionadas com o petróleo".

comentários 1 a 1 de um total de 1 Escrever comentário

23.06.2008 - 19h32 - vitor pereira, guimaraes
As pessoas devem andar loucas conheço Luanda cidade como as palmas das maos antes e após a indepêndencia, actualmente não tem nada a ver com as grandes cidades modernas do mundo como por Exp: o Dubai que felizmente também conheço prefeitamente as habitações classe média não custam um terço do que custam em Luanda já agora gostava de saber de que matéria prima são feitas as construções em luanda para valerem assim tanto dinheiro lembrem-se que o Dólar e o Euro não são Zuanzas só mesmo de loucos

In
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1333322
Imagem: especulação imobiliária em Luanda.







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