Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

ANGOLA. Huíla vai apertar o cinto





Governador diz que tem que haver contenção e disciplina nos gastos de 2015 devido à queda do preço do petróleo

Teodoro Albano
VOA

O governador da Huíla João Marcelino Tchipingue avisou que terá que haver “contenção e disciplina” nos gastos orçamentais em 2015 devido à queda de receitas governamentais causadas pela queda do preço do petróleo.
Ao falar na cerimónia de cumprimentos de fim de ano, Tchipingue alertou os gestores públicos para um ano difícil e daí a necessidade da  contenção de gastos em 2015.
“Gostaria de chamar a atenção aos gestores de unidades orçamentais da província no sentido da contenção e disciplina da gestão públicas,” disse.
Na sua intervenção, advertiu que devido à queda do preço do petróleo, o país está a iniciar uma crise económica e, por isso, terá de contrabalançar a sua economia.
João Marcelino Tchipingue  aproveitou a ocasião para a anunciar a realização na Huíla, em 2015, de um fórum internacional de negócios. O evento, a ser designado por Investe Huíla, segundo Tchipingue, visa atrair potenciais investidores para a província nos vários domínios.
A necessidade da diversificação da economia face à queda do preço do petróleo no mercado internacional exige novas alternativas numa província com potencial económico.
Ao abordar  os acontecimentos de 2014 na província, o governador fez notar a greve de três meses no sector de educação. João Marcelino Tchipingue destacou o bom senso que pôs fim à greve, mas alertou para a necessidade de um diálogo permanente para se evitar situações iguais.
Na ocasião o governador da Huíla exortou   as populações a se esclarecerem sobre a necessidade de legalizarem as terras que ocupam, sobretudo aquelas para fins agro-pastoris.
As obras de impacto social em curso algumas delas previstas para concluírem no segundo semestre de 2015, foram vaticinadas por João Marcelino Tchipingue, como sendo mais-valias para a população no próximo ano.


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