Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Luanda. Trabalhadores da Epal mantêm greve





Sindicato diz que fim da greve depende da resolução dos problemas dos trabalhadores.

Coque Mukuta
VOA

Um ano após a greve dos trabalhadores da Empresa de Abastecimento de Água de Luanda (EPAL), os funcionários mantiveram hoje o segundo dia de greve para reivindicarem o pagamento de salários e melhoria das condições de trabalho. 
Despedimentos anárquicos, melhorias de condições de trabalhos e baixos salários são algumas das questões que constam do caderno reivindicativo apresentado pelo núcleo do Sindicato Provincial da Administração e Serviços de Luanda, há mais de um mês à direcção da EPAL.
Leonídio Ceita, presidente do Conselho de Administração, que também é contestado por má gestão, ainda não se pronunciou sobre as reivindicações.
Segundo Raimundo António João, primeiro secretário do Sindicato Provincial da Administração e Serviços de Luanda daquela empresa, filados na UNTA-Confederação Sindical, afirma que todas as reivindicações passadas não foram cumpridas pelo patronato.
O sindicalista afirma que o fim desta greve depende da resolução dos problemas dos trabalhadores.
Esta não é a primeira vez que este sindicato promove uma greve na Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL), mas até agora, não tem tido resposta dos gestores.


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