SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

(Igreja universal do divino matadouro. )Luanda. Cresce número de mortes em consequência da vigília "Dia do Fim"



Luanda - O número de mortes resultante do trágico incidente que se verificou às portas da Cidadela Desportiva, em Luanda, por volta das 19H30 de segunda-feira, subiu de nove para dez, informou hoje (terça-feira), o porta-voz do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, Faustino Sebastião.

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O incidente ocorreu quando fies se preparavam para aceder ao recinto do Estádio Nacional da Cidadela Desportiva, local que acolheu uma vigília da Igreja Universal do Reino de Deus, designada "Vigília da virada – Dia do Fim".


Segundo o Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, das vítimas mortais seis são adultos e quatro crianças.


O porta-voz afirmou que as mortes ocorreram em consequência de esmagamento e asfixia. Realçou que por altura do incidente estavam abertos dois dos quatro portões, num recinto que acolheu cerca de 250 mil pessoas. O número previsto pela organização do evento é 70 mil.


Faustino Sebastião informou que 120 outras pessoas ficaram feridas na tragédia, estando 12 delas ainda internadas em unidades hospitalares da capital angolana, Luanda.


Em declarações hoje à imprensa, o bispo-adjunto da Igreja Universal do Reino de Deus, em Angola, Ferner Batalha admitiu que o número de fiéis que esteve na cidadela excedeu a capacidade do recinto.


"A nossa expectativa era ter 70 mil pessoas, mas foi de longe superada. Dados não definitivos indicam-nos que estiveram no local acima de 250 mil pessoas".


Afirmou que na preparação do evento a organização notificou as autoridades policiais e pediu a colaboração da Cruz Vermelha de Angola e das Emergências Medicas para o acompanhamento da vigília antes, durante e depois.


A directora clínica do Hospital Américo Boavida, Lina Antunes, confirmou hoje, quando a unidade atendia as primeiras vítimas, que a causa principal das mortes foi a asfixia.

Realçou que, até por volta das 02h30 desta terça-feira o hospital tinha assistido 70 pessoas, relacionadas com o caso.

Explicou que, e de acordo com as explicações do pai de três das vítimas, a maior parte  resultou do incidente que ocorreu numa das entradas do recinto e onde terá havido uma certa confusão.

Milhares de pessoas provenientes de distintas zonas de Luanda estiveram presentes no Estádio da Cidadela para assistir a designada Vigília da Virada – Dia do Fim.

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