SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

ANGOLA. TOTAL FRAUDE ELEITORAL COMPROVADA


As portas estão bem abertas para o terrorismo económico, empresarial, imobiliário e social. Em Angola não existe nenhum desenvolvimento económico. Existe sim, a continuação do colonialismo, a rapina da África.
«A ideia, em expansão em África, de que os seus recursos e a “ameaça da China” se converteram em instrumentos eficazes para determinar condutas benevolentes dos países ditos ocidentais (Europa e EUA, em especial)». Foram corridos do Iraque, do Afeganistão também serão, depois será a Europa encurralada e EUA.

Novos movimentos de libertação nacionais genuínos exigem-se! Quais os novos aliados? Para já o Santo Islão!
Na contagem dos votos em Luanda, os boletins da Unita eram… rasgados.
Estamos entregues à sorte de uma poderosa quadrilha internacional.
Diariamente as falhas da energia eléctrica reforçam-se, rumam ao eterno comunismo primitivo.
Gil Gonçalves

Angola: Estimativas de efeito em África da fraude eleitoral
Luanda -Uma acentuação do recurso à fraude eleitoral, paralela a uma desfaçatez maior das modalidades e métodos para a aplicar, tenderá a marcar a política africana nos próximos tempos. O cenário, objecto de conjecturas de competentes analistas será consequência natural de 3 factores conjugados:

- O carácter notoriamente fraudulento das recentes eleições em Angola, mas que apesar disso se impuseram como válidas; há avaliações segundo os quais a extensão da fraude não tem precedentes conhecidos.
- A atitude complacente da comunidade internacional, em geral, na certificação da inexistente autenticidade do processo.
- A ideia, em expansão em África, de que os seus recursos e a “ameaça da China” se converteram em instrumentos eficazes para determinar condutas benevolentes dos países ditos ocidentais (Europa e EUA, em especial).

“Acções encobertas” que influenciou os resultados do MPLA

O argumento segundo o qual a contemporização internacional com a fraude eleitoral em Angola se deveu a factores únicos, como a importância económica e a rede de influências/apoios externos de que o país dispõe, ao contrário de outros, que por isso têm de ser mais transparentes, é relativizada pelo “precedente moral” que o caso angolano representou, numa conjuntura nova, em que isso é mais decisivo.

2 . Se as previsões de um recrudescimento próximo da fraude eleitoral em África se confirmarem, como se julga que acontecerá, será a segunda vez que um acto eleitoral em Angola contagiará a realidade atinente em todo o continente. A saber:
- Até Set.1992, data das primeiras eleições multipartidárias em Angola, o então chamado processo de democratização de África vinha sendo marcado por eleições em geral incontroversas, que salvo raras excepções levaram à derrota dos partidos no poder, muitos dos quais do tipo “único”, e à vitória das oposições; 2 dos partidos derrotados foram o PAICV, em Cabo Verde, e o MLSTP, em S. Tomé e Príncipe.
- No seguimento das eleições de então em Angola (as primeiras a serem abaladas pela controvérsia da fraude, embora reconhecidas como livres e justas pela comunidade internacional), a realidade anterior inverteu-se e os partidos no poder passaram por via de regra a ganhar as eleições, passando a legitimidade destas a ser objecto de polémica.

O ciclo da fraude eleitoral iniciado em 1992 estava ultimamente a dar mostras de refluxo – conclusão baseada nas eleições na Eritreia, Quénia e Zimbabué, em cuja organização foram observadas normas e procedimentos susceptíveis de garantir a sua transparência (em especial o controlo/fiscalização dos escrutínios).

3 . O conhecimento de que a vitória do MPLA foi alcançada com o emprego de métodos fraudulentos ou irregulares, muitos dos quais considerados rudimentares, como a troca de urnas, está a alastrar em África e tende a influenciar outros regimes que não hesitarão em recorrer aos mesmos expedientes para se conservar no poder.
Prevê-se, mesmo, que o novo ciclo fraudulento suplantará o anterior, em atrevimento e intensidade devido ao chamado “factor chinês.” À China, por razões óbvias, não causa incómodo a ideia de um ambiente autocrático em África; a Europa e os EUA têm feito concessões na matéria para não prejudicar os seus interesses comerciais.

Em habilitados meios políticos de Luanda comenta-se que o regime do MPLA só ousou organizar as últimas eleições de forma tão fraudulenta, devido ao à-vontade que os seus dirigentes denotam, oriundo de factores como a importância económica do país e o efeito redutor das sua parceria com a China na atitude dos países ocidentais.
Na mente da elite política angolana afecta ao regime, está, p ex, entranhada a convicção de que a economia portuguesa depende vitalmente de Angola; as empresas portuguesas implantadas no mercado angolano passariam por grandes dificuldades se perdessem o mesmo; o Governo e as autoridades portuguesas têm de “agir em conformidade”.

4 . O resultado eleitoral carecia, para valer, de uma certificação internacional dando as eleições como livres e justas; a dificuldade em certificar um resultado obtido através de uma operação de fraude multiforme e que pecou por excesso, foi minorada graças à relativa harmonia estabelecida entre a tónica do acompanhamento mediático das eleições e a atitude dos observadores.

A uma escala avaliada como nunca antes verificada, o regime angolano conseguiu, através de acções subliminares, directas e indirectas, influenciar a escolha de alguns dos jornalistas estrangeiros despachados para Angola com o fim de acompanhar as eleições; conseguiu, igualmente, sujeitar a observação internacional do acto a critérios da sua estrita conveniência.

O acompanhamento jornalístico das eleições, no essencial transmitindo uma visão séria do acto e analisando os resultados à luz de racionais considerações político-eleitorais, e o célere reconhecimento da justeza do processo por parte de “organizações moles” envolvidas na observação, condicionou outros juízos.

5. Estão a acumular-se dados consistentes acerca de uma participação activa de indivíduos articulados com o Gen M H Vieira Dias “Kopelipa” na concepção e concretização de “acções encobertas” ocorridas em todo o país e destinadas a influenciar os resultados a favor do MPLA; em geral eram indivíduos do Sinfo. Outras figuras do círculo presidencial, entre as quais o Gen José Maria e o Brig Gilberto Veríssimo, este DGAdj do SIE, o serviço de informações descrito como privativo do PR (AM 308), foram também referenciados em acções relacionadas com o processo (por vezes denotando claro ascendente sobre orgãos como a CNE). Este facto está a alimentar conjecturas segundo as quais José Eduardo dos Santos (JES) não só não era estranho ao que se estava a passar, como o que se passou, inclusive o resultado, considerado “astronómico”, mereceram o seu beneplácito. M H Vieira Dias “Kopelipa” age sempre com o assentimento de JES.

A atitude complacente de JES com um resultado tão volumoso é considerada própria de uma cultura democrática vista como frouxa e de um conceito de poder (organização e funcionamento) inspirado no modelo concentrador do passado, em que era reitor da universidade, comandante da Polícia, presidente do partido, etc.
Ante a evidência de que foi possível realizar eleições tão irregulares, mas que apesar disso não foi registado nenhum caso violência e não ocorreu nenhum percalço na atitude da comunidade internacional, prevê-se que JES se aplique a partir de agora na organização de eleições presidenciais.

Em meios da oposição, incluindo a UNITA, estão a levantar-se vozes que põem em causa a apresentação de candidatos às mesmas. O argumento invocado é o de que JES tem em mente alcançar um resultado superior ao do MPLA – até para “corrigir” o imprevisto de 1992, em que o seu score de 49,57 foi suplantado pelo do partido, 53,74.

Fonte: África Monitor e Club-k

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