terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Governo da UNITA subsidia medicamentos no Kwanza-Norte


Kwanza-Norte - O défice em medicamentos que se regista nas unidades hospitalares da Província do Kwanza-Norte será minimizado,a partir deste mês,com a subvenção pela UNITA.

Fonte: VOA Club.k-net
Um programa de saúde pública do "governo-sombra" da União Nacional para Independência Total de Angola,conhecido como “UNITA Minha Saúde” foi lançado no final de semana na cidade de Ndalatando, município do Cazengo, Província do Kwanza-Norte.

O secretário provincial daquela organização política, António Francisco Hebo, garantiu que muitas vidas serão salvas, prestando “ solidariedade a todo o povo do Kwanza-Norte, que não tem condições para comprar os medicamentos assim que recebem as receitas nos hospitais."O nosso grande objectivo com este programa é salvar vidas", afirmou Hebo.

"O nosso outro objectivo com esse programa - disse ainda aquele dirigente - é solidarizarmo-nos com o povo do Kwanza-Norte, quanto a doação de sangue, o nosso projecto não só visa subvencionar a compra dos medicamentos como também, o programa cingir-se-á na mobilização e educação cívica para a prevenção de muitas doenças”.

A prevenção dos problemas de saúde pública, segundo António Francisco Hebo, é a diferença entre a UNITA e o MPLA ao cumprir o legado do primeiro presidente do MPLA, António Agostinho Neto,segundo o qual “o mais importante é: resolver os problemas do povo”.

“Uma das grandes diferenças entre a UNITA e o MPLA é a UNITA primar na antecipação, enquanto que o MPLA prima na resolução. O MPLA diz que o mais importante é resolver os problemas do povo.Nós achamos que o mais importante é antecipar os problemas do povo.Não vamos poder esperar que o povo tenha doenças para meter os medicamentos nos hospitais”,lamentou António Hebo.

Os secretários provinciais do "Galo Negro" de Luanda, Jorge Muzanguela; de Malanje, António Pedro Magalhães; e do sector nacional para a mobilização, Fernando Falua;bem como quadros, em representação de todos os municípios do Kwanza-Norte, testemunharam o lançamento da nova estratégia da segunda maior força política da oposição.

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