SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

domingo, 8 de Março de 2009

A independência de Cabinda


Enquanto permanecermos nas festas e no feitiço, jamais sairemos do neocolonialismo. Mamãs, para saírem do neocolonialismo habituem de imediato nas crianças o hábito da leitura. As crianças são o futuro da nossa raiva.

Orlando de Castro Alto Hama. Naqueles tempos, D. Afonso Henriques levantava-se e sentia o desejo inumano de espadeirar a moirama. E só se satisfazia quando a sua potente espada despedia mouros para Alá, que os recebia. Assim se fez, construiu, se edificou Portugal. Ele o fundador, e D. José Sócrates o afundador. Tudo é composto de dependências, de modos que não existem, nunca existirão independências.

Imaginemos que Cabinda ascendeu à independência. Na realidade dependerá de quem? Em boa verdade apenas existem dependências. Todos dependemos de algo ou de outrem.
Somos o eterno “O Homem Revoltado”.
Se nada existe, tudo é permitido. Dostoievski
Se nada existe, nada é permitido.
Nietzsche

Eis o homem revoltado consigo mesmo, na sua luta interior, na eterna busca, na eterna revolução. Na procura incessante do regresso às suas origens, ao desencontro falhado da História.

E depois, a seguir? É incendiar… todas as províncias, todos os povos de Angola contagiar… também vão exigir a sua dependência da independência. E depois toda a África. É muito perigoso e irresponsável ensaiar o efeito borboleta. Porque depois toda a gente, todo o Mundo quererá, exigirá também… a dependência da independência.

Lutar pela independência neste momento é encetar uma marcha contra o todo-poderoso banco BCP, que coloniza Portugal e ensaia em Angola. Apoio sem reservas os movimentos de libertação dos Algarves, dos Alentejos, dos Beirões, dos Douros, etc.

Convêm lembrar o lugar-comum de que no início dos tempos, o mundo não era de ninguém. Então apareceram uns espertos que roubaram, espoliaram os outros e numa linha familiar, foram-se passando de mão em mão… até aos dias de hoje as coisas assim permanecem. É justo, é licito exigir, reivindicar o que nos roubaram, o que nos devem… há milénios. É a célebre história dos deuses.

Tentar alterar o estado actual das coisas, nasce sempre a edificação unifamiliar, que existe alguém, existe sempre, com apetites pessoais de potências, potenciais… como uma ilha na reinvenção da Guerra do Peloponeso.

Pretender a separação de Cabinda, é incendiar, desmembrar, separar, destruir Angola e a África. Basta de Darfures.

Apesar das suas grosserias políticas muito inconvenientes, apoio, defendo as posições actuais sobre Cabinda do Mais Velho. O contrário é procurar a morte… e ela anda sempre na ronda da noite eterna. E com tantos falsos médicos à volta da doente crise mundial, esta… faleceu.

Apesar de tudo, Angola será verdadeiramente independente.

Foto: http://www.teiaportuguesa.com/cabinda/imagens/cabinda5.jpg

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1 comentário:

Orlando Castro disse...

Como sabes, respeito todas as opiniões. Só assim posso pedir que respeitem as minhas.
No caso de Cabinda é uma tese que defendo desde há muito, desde pelo menos 1973...