SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

segunda-feira, 21 de Maio de 2012

Angola . Generais caloteiros arruínam Caixa Social das FAA



Pretória (Canalmoz) – Há três anos para cá, foram registadas graves irregularidades na Caixa Social (CSS) das Forças Armadas Angolanas (FAA), no âmbito de uma sindicância na altura ordenada pelo ex-ministro da Defesa Nacional Kundy Paihama, agora surgem novos rumores sobre montantes avultados tomados por empréstimo por generais e que ainda não foram devolvidos segundo fontes do jornal Angolense. Alguns generais das FAA terão alegadamente levado por empréstimo milhões de dólares à Caixa Social das FAA, para a construção dos seus condomínios e outros negócios.
A Caixa Social das FAA espera que estes altos oficiais, devolvam o dinheiro para o equilíbrio da própria caixa; confidenciou ao Angolense uma fonte do Estado-Maior General das FAA.
Segundo a mesma fonte, refere o Angolensa, vários condomínios erguidos no bairro Benfica e em outras regiões de Luanda, foram consgtruídos com o dinheiro emprestado pela Caixa Social.
“Emprestar não é proibido, mas as pessoas devem honrar os seus compromissos”, acrescentou a fonte, citada pelo Angolense.
“Não temos conhecimento desta situação”, disse ao Angolense uma fonte ligada a Caixa Social e que por questões de hierarquia não quis identificar-se.
Recorda-se que, em Março de 2009, o ex-ministro Kundy Paihama, havia criado uma comissão de inspecção sobre o funcionamento da CSS das FAA, chefiado pelo general Benigno Vieira Lopes “Ingo”, chefe da Direcção dos Recursos Humanos e integrando outros oficiais generais e subalternos do Ministério da Defesa e das FAA.
Três meses depois, a comissão concluiu haver uma série de irregularidades sobre a existência de milhares de beneficiários fantasmas, duplicados, ou não contemplados, que provocavam rombos mensais de milhões de dólares nos cofres do Estado angolano.
Isto apesar de haver milhares de ex-militares sem receber as suas pensões há largos meses sob o estafado argumento de “falta de verbas”.
Segundo apurou-se na altura, refere o Angolense, um reformado que esperou quase dois anos pelo início do pagamento da sua pensão, os atrasos que se verificavam na liquidação destes subsídios estavam ligados a artifícios usados por algumas pessoas da CSS/FAA para tirarem vantagens materiais.
Para além da badalada “gasosa de 10% para o processo andar”, facto, entretanto, desmentido por funcionários da instituição, um outro expediente apontado era o de atrasar propositadamente o início do pagamento das reformas de um grupo considerável de ex-militares para ganhar juros bancários, conta o Angolense.
Refere entretanto que a comissão criada por Kundy Paihama, descobriu na oportunidade a existência de listas com o dobro dos beneficiários, chegando as requisições de verbas para pagamento das reformas, em alguns meses, a 56 mil, quando efectivamente apenas metade está registada.
As listas dos pensionistas da Caixa de Segurança Social não estavam conforme a base de dados do quadro do pessoal das FAA, havendo nela milhares de civis que nunca tiveram qualquer ligação ao Exército e que ostentam patentes militares.
Mesmo entre os militares, há milhares de nomes falsos ou duplicados e registados com graduações que não possuíam nos despachos de reforma do Comandante-em-Chefe ou Chefe do Estado-Maior General das FAA, observa o Angolense.
Desde generais a coronéis, ou majores, há milhares de graduações falsificadas apenas para beneficiarem de reformas mais altas. Das listas constavam também deputados, membros do Governo e dirigentes de partidos políticos e mesmo militares no activo, o que os impede de receber a reforma, mas que o
fazem regularmente.
A comissão detectou inúmeros nomes falsos, mas com as mesmas contas bancárias, havendo uma no Banco de Poupança e Crédito (BPC) chamada de “105” , onde ia parar uma exorbitância de pagamentos de reforma, sem qualquer justificação, o que, no seu entender, prenuncia a existência de uma extensa rede de malfeitores na CSS das FAA, escreve o Angolense.
Actualmente, segundo apurou o Angolense, a situação tende a melhorar, havendo neste momento seriedade no controlo dos pensionistas. (E.C / Angolense, com a devida vénia do Canalmoz)

1 comentário:

Tina Santos disse...

Tanto sangue derramado, tantas lágrimas, para uns quantos sugarem o que resta.
A Caixa Social é para ajudar os que defenderam a Pátria e hoje mais que ontem precisam de ajuda. É vergonhosa esta situação e lamentável.......
Para as FAA e para os militares reformados ainda há uma boa nova no meio desta humilhação. O BANCO SOL ASSINOU um protocolo, com a CAIXA SOCIAL, para facilitar a aquisição de casa própria. Saiba mais ligue 923957703. Este protocolo vem ajuda-lo a ter um futuro mais risonho. Venha que nós realizamos o seu sonho.