Para Samakuva, a UNITA tem servido de "contenção" e considerou que uma revolta em Angola "faria correr muito sangue" e "desencadearia um conflito de dimensões imprevisíveis". Sublinhando que o seu país oferece "muitas oportunidades" de investimento, o líder da UNITA lamentou que os investidores estrangeiros estão "totalmente desanimados" quando "vêem as condições do país, onde não há transparência e a corrupção é alta". “o processo democrático está a sofrer uma reviravolta.” In www.jn.pt

Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

Luanda. Recomeçou a negociata dos geradores, uma mais-valia.



Andam tão desorientados que não sabem o que é energia eléctrica. É uma coisa para eles brincarem de ligar e desligar. A missão deles é assegurar o caos. E por trás de uma grande empresa de electricidade há sempre uma grande escuridão.
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