sexta-feira, 11 de maio de 2012

Nota de esclarecimento sobre manipulação da ANGOP a respeito do Club-K



Luanda  - Serve esta nota para informar que o  Clube dos angolanos no exterior  (Club-K) considera  ter havido um lapso numa  recém noticia  publicada pela agencia angolana  ANGOP em que se  atribui a esta redação   autoria de uma matéria dando conta de destruição de uma fabrica de cimento por parte de trabalhadores grevista na província do Kwanza- Sul.

Fonte: Club-k.net
O Club-K  esclarece  que em  nenhum momento  reportou ou reproduziu  algo do gênero pelo que recusa que seja destratado pela ANGOP.

A matéria em que ANGOP se refere foi publicada pela emissora  Voz da America (VOA) e assinada pelo seu correspondente naquela província de nome  Mateus Junior conforme pode se ler no site desta Radio e é a eles que a agencia angolana deve repudiar.
Nesta ordem de idéia,  o Club-K aconselha a ANGOP a retificar a sua noticia  apresentando  desculpas públicas  pelos transtornos causado a imagem desta portal junto aos seus leitores.

Assinado pela redação do CK

Segue, entretanto,  na integra  a matéria avançada  pela ANGOP crucificando o Club-K.


Polícia repudia informação sobre destruição da fábrica de cimento

Sumbe - O segundo comandante provincial da Polícia Nacional no Kwanza Sul, subcomissário Mário Luís, repudiou, quinta-feira, na localidade do Cuacra, uma informação posta a circular na Internet, através do site “Club-K”, reportando a destruição da fábrica de cimento em construção por trabalhadores expatriados da empresa ETA ,que se encontram em greve.
 
Em declarações à imprensa, o subcomissário considera a informação como "falsa", visto que os grevistas não destruíram a fábrica como está a circular a informação na Internet.
 
Esclareceu que no dia sete de Maio de 2012, cerca de 400 trabalhadores da ETA exigiram ao patronato o pagamento do subsídio de horas extras e vistos de saída nos seus passaportes, tendo em conta que muitos deles terminam o seu contrato.
Sublinhou que face a esta situação, os grevistas decidiram marchar até a cidade do Sumbe, para apresentar as suas revindicações ao Governo Provincial, cuja marcha foi impedida durante o trajecto.
 
Explica no entanto que os trabalhadores enfurecidos decidiram regressar a fábrica, tendo se dirigido ao refeitório e aos seus dormitórios para retalhar os colegas que não aderiram a greve.
 
Mário Luis adiantou que como retaliação os grevistas incendiaram 11 motorizadas de seus colegas e a destruição de vidros dos dormitórios e de duas viaturas.
 
Segundo o subcomissário, a fábrica encontra-se intacta sem nenhum vestígio de destruição e com a protecção das forças policiais.
 
“As nossas forças vão continuar no local para salvaguardar as infra-estruturas em construção e dos responsáveis da ETA”, frisou o subcomissário.   
 
As obras de construção da  fábrica de cimento FCKS iniciaram em 2009, com o seu término previsto da primeira fase para Setembro deste ano, num investimento de mais de 200 milhões de dólares americanos.
(FIM)


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