SOS MATANÇA no banco millennium Angola do forno crematório nazi. Correr e fechar portas e janelas porque vem aí terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Íntegra do discurso do Presidente do MPLA na reunião do Comité Central


Luanda - Discurso proferido pelo Presidente José Eduardo dos Santos, na abertura da IV sessão ordinária do Comité Central

Fonte: Angop
CAROS CAMARADAS,

Os assuntos relevantes que vamos apreciar, tais como o Relatório do Bureau Político, o Balanço de 2011 e o projecto de Plano Geral de Actividades para 2012, conferem uma especial importância a esta reunião.


Particular atenção vai ser prestada ao documento referente aos princípios e critérios a adoptar para a elaboração da lista de candidatos a Deputados à Assembleia Nacional, nas Eleições Gerais que vão decorrer este ano, e também ao projecto de Programa de Governação do MPLA para o período de 2013 a 2017.

Estes dois temas estão indissoluvelmente ligados, porque da justeza com que for elaborada a referida lista depende em grande medida o reforço da credibilidade do nosso Partido e a confiança dos eleitores naqueles que se vão responsabilizar pela aprovação das leis e pela execução do futuro programa de governação.


Nós estamos convencidos de que o nosso povo vai continuar a depositar a sua confiança no MPLA, porque esta é a força política que conduziu a luta pela conquista da Independência nacional, que resistiu às invasões e agressões estrangeiras e manteve a integridade do território nacional, que iniciou a construção e está a consolidar o Estado Democrático de Direito e que instaurou o clima de paz e de reconciliação nacional.


Da análise do balanço da actividade do Partido em 2011, podemos constatar que se regista um elevado grau de cumprimento das tarefas preconizadas em todos os domínios, embora tenhamos de reconhecer que ainda não conseguimos transmitir e divulgar da melhor maneira as nossas realizações.


Por essa razão, também não temos sido capazes de assegurar o conhecimento correcto e oportuno, tanto no interior como no exterior do país, da actividade desenvolvida quer pelo Partido quer pelo Executivo.


Temos o dever de comunicar cada vez melhor e de informar sobre o que está a ser feito para a construção de um país desenvolvido, moderno e justo, valorizando o trabalho, o conhecimento e a ética.


É necessário que a população tenha a compreensão real do muito que está a ser feito em seu benefício, em prazos sem paralelo em países acabados de sair de um conflito de cerca de quarenta anos, para que ela também possa interpretar e rejeitar em consciência as muitas campanhas de denegrimento e calúnia que pretendem dar uma imagem negativa do nosso Partido e também do Executivo e dos seus dirigentes.


Graças em grande parte ao trabalho de esclarecimento e consciencialização do nosso Partido, o nosso povo é politicamente maduro e sempre soube, nas horas decisivas, distinguir perfeitamente quem trabalha a favor da defesa dos seus interesses e quem busca apenas aproveitar-se da sua boa fé e do seu desejo legítimo de melhorar as suas condições de vida para alcançar outros fins.


Por essa razão, o MPLA e a sua Direcção não temem expor-se à sua avaliação e ao seu veredicto em eleições periódicas, onde o confronto de ideias se faça de maneira aberta e plural, honesta e civilizada, e onde cada um possa, livremente, expressar as suas opiniões e anunciar os seus programas e ideais.


E é por estarmos conscientes de que o Programa do nosso Partido exprime a vontade do Povo que partimos sempre para qualquer disputa política com a certeza da vitória.


O Partido tem assim de preparar-se para a próxima disputa eleitoral, pois não acreditamos em vitórias antecipadas.


A vitória resulta sempre do nosso trabalho e da nossa capacidade para mobilizar e convencer as pessoas sobre a justeza do nosso programa e sobre a nossa disposição e capacidade de o implementar.


As tarefas que temos pela frente são grandes e vão exigir de nós espírito de sacrifício, unidade de pensamento e acção e destreza e arte no seu cumprimento.


Temos já definida a Estratégia Eleitoral do Partido e o Bureau Político aprovará em tempo oportuno os orçamentos e montará as estruturas centrais e locais da campanha e as estruturas logística e de informação e marketing político.


Que cada militante, amigo e simpatizante do Partido faça a sua parte onde estiver, que tenha o seu cartão de eleitor, que participe activamente no seu Comité de Acção e pague regularmente a sua quota.


Apelo a quem puder que contribua com o que for possível para o orçamento da campanha do MPLA e que cumpra as directivas da Direcção do Partido.


Somos o que somos hoje porque nunca nos acomodámos à sombra das conquistas alcançadas.

O presente exige sempre dinamismo e capacidade de resposta aos múltiplos problemas que se colocam na trajectória do Partido.

Como diz a Comissão de Disciplina e Auditoria do Comité Central no seu parecer sobre o Relatório do Bureau Político a esta reunião, é necessário que todas as estruturas do Partido prestem especial atenção aos incumprimentos do que foi programado, com a análise das suas causas acompanhada de propostas de solução, e que seja prestada, igualmente, atenção permanente aos Antigos Combatentes e aos Programas de Luta contra a Pobreza, bem como aos programas de apoio à juventude, à mulher e à criança, aos idosos e aos portadores de deficiência.


São eles a razão primeira da nossa luta e dos nossos esforços para edificar uma Nação na qual todos os seus filhos se sintam incluídos, com direitos e oportunidades iguais.


Esse é um compromisso a favor da vida. Esse é um compromisso de toda uma vida para o MPLA.

Declaro aberta a IV Sessão Ordinária do Comité Central do MPLA.

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