ANGOLA, PARAÍSO DO CRIME. BANCO MILLENNIUM ANGOLA, UM BANCO ALTAMENTE CRIMINOSO.

ANGOLA, PARAÍSO DO CRIME. BANCO MILLENNIUM ANGOLA, UM BANCO ALTAMENTE CRIMINOSO.
Denúncia recebida por email. Quando os nazis da Teixeira Duarte SA, instalavam a câmara de gás, alguns trabalhadores, angolanos claro, advertiram: «voçês vão morrer intoxicados.» No r/c estão sempre crianças. Que importa!? São negras, não têm qualquer valor. São menos uns negros que não mais incomodarão. O mais importante é facturar sob os cadáveres do navio negreiro angolano sem proa. Banco Millennium Angola, um banco irresponsável e de má-fé. Rua Rei Katyavala 109, Luanda. Espoliaram o terreno das traseiras. Tem gerador com fumo mortal e poluição sonora, trabalha dia e noite, faz-nos do sono um pesadelo. Crimes, só criminosos nesta selvajaria marxista-leninista. A viver assim é com certeza um futuro muito violento que renasce.
Tramagal no coração.A Barca http://www.abarca.com.pt/

sexta-feira, 26 de Junho de 2009

História Universal (13). Os Assírios



Finalmente, em 836 Joyada decidiu-se a actuar.

CARLOS IVORRA

Reuniu secretamente com os chefes militares da Judeia e apresentou-lhes um menino de sete anos. Afirmou que era Joás, filho de Ocozías, que seis anos antes, quando Atalía ordenou o extermínio da casa real, a sua esposa (irmã de Ocozías) salvou-o ou ocultou-o no templo, onde havia sido cuidado no mais estrito segredo desde então. A história é pouco credível, mas os generais aceitaram-na encantados, proclamaram rei a Joás, capturaram a Atalía e assassinaram-na. O povo aceitou de bom grado a restauração no trono da casa de David. A influência fenícia chegou ao seu fim tanto em Israel como na Judeia. Sem dúvida, ambos reinos ficaram muito debilitados.

Em 827 ocupou o trono chinês o rei Hsuan, que teve que facer frente às incursões dum povo bárbaro do Oeste: os Hsien-Yun. Por outra parte, estendeu o reino até ao sul, até ao rio Yang-Tse.

Por estas alturas Salmanasar III dirigia uma expedição contra os medos. Os assírios aprenderam deles o domínio dos cavalos grandes, incorporaram-nos à sua temível maquinaria bélica, mas também lhes deram usos civis. Com eles agilizaram o sistema de correios e mensageiros que estava no activo desde os tempos dos sumérios, o que lhes permitiu administrar mais eficientemente o império. Assim mesmo empregaram-nos para os transportes e o abastecimento das grandes cidades, pois Babilónia e Calach contavam então com uns trinta mil habitantes cada uma.

Em 824 o filho mais velho de Salmanasar III rebelou-se contra o seu pai, tratando assim de assegurar a sucessão, como era frequente quando um monarca oriental era já velho. O rei morreu antes de poder enfrentar o rebelde, mas o seu filho menor combateu em nome do seu pai e sufocou a rebelião depois de vários anos de guerra civil. Reinou como Shamshi-Adad V, mas não esteve à altura do seu pai, e o poder Assírio declinou.

Em 822 os bárbaros Hsien-yun saquearam Hao, a capital Chinesa, mas finalmente puderam ser rechaçados. Em 821, o quarto sucessor de Feizi, Zhuang, senhor de Qin, recebeu do rei o título de duque.

A decadência Assíria permitiu uma certa recuperação da Fenícia e da Síria. Os fenícios reafirmaram o seu domínio exclusivo sobre o Mediterrâneo. Em 814 fundaram uma nova colónia em África, cerca de Útica, na actual Tunes, e chamaram-na Karthadasht (cidade nova), em oposição a Útica, que devia ser a cidade velha. Hoje conhecemo-la com a versão romana do nome: Cartago. Neste mesmo ano morria o rei israelita Jehú, que foi sucedido pelo seu filho Joacaz. O novo rei teve que pagar tributo à Síria. O rei Hazael ia arrebatando paulatinamente a Israel e à Judeia grande parte dos seus territórios, tanto ao Este do Jordão como na costa Mediterrânea, onde se fez com o domínio das cidades-estado filisteias. Depois da morte de Jehú poderia apoderar-se da mesma Samaria, e Joacaz não teve alternativa.

As coisas não iam melhores na Judeia. O rei menino Joás governou debaixo da tutela dos sacerdotes, mas quando Joyada morreu e foi sucedido no sacerdócio pelo seu filho, o rei afirmou a sua independência e intrigou para fazer lapidar o novo sacerdote. O rei sírio Hazael chegou nas suas incursões à mesma Jerusalém e, para livrar-se da sua ameaça, Joás teve que pagar-lhe um forte tributo que saiu do tesouro do templo, com o que terminou de ganhar inimizade do clero.
Em 810 morreu o rei assírio Shamshi-Adad V, deixando a sua viúva Sammu-Rammat e um menino pequeno. A imagem de uma mulher que governou o império mais poderoso e temível do mundo deu lugar a muitas lendas, difundidas principalmente pelos gregos. Precisamente conhecemos melhor a rainha pela versão grega do seu nome: Semiramis. Os gregos fizeram-na esposa de Nino, o primeiro rei Assírio, segundo a sua versão da história, que fundou as cidades de Ninive e Babilónia. Nada disto é certo. Semiramis reinou só durante um breve período de tempo, aproveitando o temor que todavia inspirava a Assíria nos povos circundantes. Em 806 morreu Hazael da Síria, e foi sucedido pelo seu filho Benhadad III. Pouco depois um exército Assírio tomou Damasco, e impôs-lhe um forte tributo e deixou o país totalmente debilitado, pondo fim assim aos dez anos de esplendor em que a Síria dominou praticamente toda a Canaã. Semiramis morreu em 802 depois de oito anos de reinado (e não quarenta e dois, como diz a lenda). Foi sucedida pelo seu filho e a Assíria seguiu decaindo lentamente, atestando assim os bons resultados da política de terror que os seus monarcas poderosos praticaram, que salvou o país incluso quando provavelmente tivera sido una presa fácil para os seus muitos inimigos.

(Carlos Ivorra, é professor na Universidade de Valência, Espanha. Faculdade de Economia. Departamento de Matemáticas para a Economia e a Empresa.)
Traduzido do espanhol.

Imagem: http://br.geocities.com/oportaldehermes/assirios.htm

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