Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Líder Tocoísta satisfeito com encerramento de igrejas ilegais no país


Madrid – O líder espiritual da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo, dom Afonso Nunes, manifestou, em Madrid (Espanha), a sua satisfação pelas acções de combate às seitas religiosas ilegais no país promovidas pelo Executivo angolano, através dos ministérios da Cultura e da Justiça e Direitos Humanos.

Fonte: Angop

Segundo dom Afonso Nunes, que falava nesta segunda-feira à imprensa, a acção do Governo vai impor ordem num “circo” onde determinados cidadãos aproveitam para abrir seitas puramente por razões económicas, aproveitando-se da fragilidade mental de algumas pessoas.

“A democracia não significa libertinagem, portanto é necessário criar-se balizas para que as pessoas possam navegar no meio destas balizas. Infelizmente no meio da religião há ainda uma libertinagem excessiva que merece ser combatida para se acabar com o que se regista actualmente”, disse.

De acordo com dom Afonso Nunes, o Estado deve procurar criar mecanismos para controlar e monitorar o que acontece no país, pois deixar que tudo aconteça é criar um perigo, “um barril de pólvora” que um dia pode explodir.

“É necessário que as pessoas saibam qual é o verdadeiro papel da religião no crescimento e afirmação de um país”, disse.

Dom Afonso Nunes afirmou ser necessário acabar-se com o espírito aventureiro de determinados oportunistas que dormem e no dia seguinte criam uma igreja para satisfazer as suas necessidades.

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