Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

“Os militares estão proibidos a pertencerem em actividades politico –partidárias” - general Lúcio Amaral




Huambo - O exército, um dos três ramos das Forças Armadas Angolanas (FAA), continua firme na defesa dos interesses do país, obedecendo também, incondicionalmente, os órgãos de soberania democraticamente eleitos.

Fonte: Angop
Club-k.net

A garantia foi manifestada, hoje, pelo comandante do exército angolano, general Lúcio Gonçalves Amaral, quando discursava no enceramento do 14º curso de soldados decorrido, durante três meses, no Centro de Instrução de Soldados “Heróis de Cangamba”, município da Chicala-Cholohanga, 22 quilómetros da cidade do Huambo.

Aos 1.448 novos soldados do exército, que hoje cumpriram com o juramento da bandeira da República, o general ordenou a serem fieis à pátria e que tal compromisso deve ser honrado independentemente das circunstâncias ou condições económica, social, convicção religiosa ou política.

“Agora que prestaram juramento à bandeira da República de Angola e tornaram-se efectivos das Forças Armadas Angolanas, devem conformar a vossa conduta com os ditados da Constituição, das leis e regulamentos que regem o Estado em geral, assim como a organização e disciplina militar”, ordenou.

O comandante do exército informou que as FAA são, nos termos da Constituição da República e da Lei, rigorosamente apartidárias. “Isto significa que os militares do Exército estão proibidos a pertencerem em actividades politico -partidárias, muito menos em ostentarem símbolos ou insígnias de partidos políticos”.

Deste modo, o general Lúcio Amaral apelou aos novos militares no sentido de obedecerem a estrutura hierárquica das Forças Armadas Angolanas, bem como a servirem o órgão com elevado sentimento de patriotismo, missão e entrega pessoal permanente.

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