Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sábado, 16 de novembro de 2013

SINSE suspeita que populares queiram se manifestar pelas mortes de Cassule e Kamulingue


Lisboa - O Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE), identifica no “Estado de opinião”, de populares, sentimentos de sair as ruas, para repudiar publicamente a forma como as autoridades angolanas executaram dois cidadãos, Alves Kamulingue e Isaías Cassule.
Fonte: Club-k.net
Há suspeitas de que a UNITA ou o Movimento Revolucionário pretendam realizar ou apoiar alguma manifestação em Luanda, sobretudo na ausência do Presidente da República.
O departamento que se aplica no acompanhamento do assunto é a direcção nacional da Luta Contra Subversão Política e Social.
As referidas “tendências de manifestação” acontecem num momento em que o director desta área do SINSE, Mateus Sipitaly, encontra-se de visita ao Brasil.
Embora as manifestações populares sejam um direito plasmado na constituição, correntes internas do SINSE, e do regime em geral, encaram o assunto com cepticismo. Diversas vezes fizeram recurso a violência para impedir manifestações e em alguns casos optam por difundir  falsas informações insinuando que os manifestantes defendem o regresso a guerra.
Na véspera da última manifestação abortada a 19 de Setembro do corrente, o aparelho de segurança teria sido identificado como a entidade que teria espalhado panfletos no município de Cazenga, com apelos a violência para dar entender que os mesmos eram da autoria do Movimento Revolucionário.

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