Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sábado, 16 de novembro de 2013

Paihama próximo governador do Huambo


Lisboa – Kundi Paihama está em vias de ser nomeado governador da província do Huambo por escolha do Bureau Político do MPLA. A publicação África Monitor que avançou com a informação revela que inicialmente, o governante não denotou inclinação para a aceitação do cargo.

Fonte: Africa Monitor/Club-k.net

O Huambo encontra-se praticamente sem governador, por impedimento do ainda titular do cargo, Faustino Muteka, há quase dois anos afectado por padecimentos de saúde (AM 729) de recuperação considerada cada vez mais improvável.
A situação provocada pela longa ausência do governador (corre que vive agora retirado algures na província, entregue aos cuidados de feiticeiros), agravou-se com o surgimento de rivalidades entre os vice governadores, aparentemente movidos por ambições relacionadas com a ocupação do lugar.
Já em Abril do presente ano, o Presidente José Eduardo dos Santos esteve perto de nomear ministro das finanças, José Pedro de Morais Júnior como governador do Huambo. Porém, a nomeação foi anulado porque dias antes circulou informações que descreviam como no passado, o ex- governante teria se livrado de uma intenção das autoridades de o prender por descaminho de fundos públicos.
K. Paihama, o futuro homem forte do Huambo já foi no passado governador de várias províncias – Cunene, Benguela, Huíla e Luanda. A sua colocação no Huambo é encarada com reservas em meios que o consideram já desprovido de energias e dinamismo para a tarefa.
A intervenção do BP MPLA nos processos de nomeação dos governadores é atribuída ao facto de os mesmos acumularem o cargo com a chefia dos comités provinciais do partido.

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