Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Angola. Previsão do preço do barril de petróleo não deverá ultrapassar os 55 USD





Analistas e economistas defendem que o OGE revisto para este ano deve cortar na despesa com salários do Estado, eliminar regalias a membros do Governo, taxar de forma mais ampla as grandes fortunas e baixar custos militares. Preço do barril que servirá de referência ao documento deve ser prudente, não ultrapassando os 55 USD.

Nelson Rodrigues
http://expansao.co.ao/Artigo/Geral/52718

O 'corte' na despesa da administração central do Estado, o ajustamento do custo com funcionários - a maior fatia da despesa de natureza económica prevista no Orçamento Geral do Estado (OGE) - e a diminuição das verbas aplicadas para subsidiar preços poderão ajudar o Governo a 'salvar' as contas este ano, dizem analistas ouvidos pelo Expansão. A quebra do preço do petróleo está a motivar a revisão do OGE, e os analistas 'sugerem' ao Executivo que seja prudente nas previsões do custo do barril, ajustando- as num intervalo entre os 40 e os 55 USD. E os empresários aplaudem a redução dos subsídios a preços.
Os 'cortes', explicam, passam, por exemplo, pela diminuição de gastos com viagens protocolares de membros do Governo, incluindo a redução da dimensão das comitivas de representantes do Estado ao estrangeiro, e as despesas militares. Também a compra de viaturas de luxo para membros do Executivo é apontada como "despesa desnecessária" que, com a revisão do OGE 2015, deve ser eliminada.
Entre as medidas apontadas pelos analistas ouvidos pelo Expansão, duas já estão a ser, pelo menos em parte, implementadas. É o caso do "cancelamento de concursos e promoção na Função Pública" durante este ano, conforme anunciou o Ministério das Finanças.

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