Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Portuguesa assassinada por amigo em Luanda






A mulher portuguesa assassinada em Luanda foi sequestrada por quatro homens que queriam extorquir dinheiro à empresa onde ela trabalhava como diretora financeira, mas Rita Cristina Fernandes resistiu. Um amigo seu, com quem trabalhava, confessou estar envolvido no crime, revela o Jornal de Notícias.

ANGOLA24HORAS

Rita Cristina Fernandes, de 37 anos, foi assassinada por um colega da multinacional de prospeção petrolífera onde trabalhava, em Luanda. As autoridades angolanas detiveram esse amigo e um outro homem suspeitos do homicídio, mas há pelo menos mais duas pessoas envolvidas, de nacionalidade angolana.
A mulher foi raptada na quinta-feira da semana passada, para ser forçada a transferir dinheiro das contas da empresa para a qual trabalhava como diretora financeira.
Rita foi levada para o escritório de um dos suspeitos, localizado em Maianga, Luanda, onde foi espancada e asfixiada até à morte. A Polícia angolana investiga o homicídio da portuguesa que emigrou há cerca de seis anos.
Os homens detidos esta terça-feira encontram-se em prisão preventiva e os restantes foram identificados mas em fuga. Um dos detidos acabou por confessar o crime e admitir que o rapto era para extorquir dinheiro à empresa.
A morte ocorreu na sexta-feira passada e o corpo foi encontrado no porta-bagagens do carro da vítima, junto à praia, numa zona de rulotes de comida. Rita estava de pés e mãos atadas.

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