Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Luanda. Polícia adverte Movimento Revolucionário para observância da ordem e legalidade


O Comando Geral da Polícia Nacional advertiu hoje, quinta-feira, em nota tornada pública, o auto determinado Movimento de Jovens Revolucionários para observância da ordem e legalidade nas suas acções.
http://www.portalangop.co.ao
Este posicionamento vem expresso numa nota de imprensa do Comando Geral da Polícia Nacional a que a Angop tece acesso, na qual dá a conhecer que este grupo pretende efectuar uma manifestação pública hoje, quinta-feira, na cidade de Luanda, acompanhada da distribuição de cartazes e dizeres que incitam a violência.
Para tal, refere a nota, este grupo redigiu uma carta ao Governo da Província de Luanda manifestando tal pretensão que, considerando tal pretensão como susceptível de alterar a ordem e segurança pública, informou aos mesmos da não autorização da referida manifestação.
Neste sentido, a Polícia Nacional alerta a opinião pública nacional e internacional que, em caso de o referido grupo insistir na realização da manifestação pretendida, ver-se-á obrigada a repeli-la, utilizando da força, se necessário.
Na nota, a Polícia Nacional acrescenta ainda que possui informações que dão conta do envolvimento de determinadas formações políticas e ONG neste tipo de manifestações, que visam perturbara a paz, a ordem e  segurança das populações.
Por este facto, o Comando Geral da Polícia Nacional alerta a essas forças no sentido de se absterem de tais práticas, sob pena de virem a ser responsabilizadas pelos danos que eventualmente venham a causar.
Imagem: Comandante-geral da Polícia Nacional, comissário Ambrósio de Lemos
Enviar um comentário