Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Angola. Imogestin quer chineses experientes no ramo da construção





Icolo e Bengo - A Empresa gestora das Centralidades do país (Imogestim,SA), pretende que as Empreiteiras chinesas possuam um quadro de trabalhadores experientes no ramo da construção civil ao invés de aprendizes.

ANGOP

A pretensão foi manifestada no fim-de-semana pelo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Imogestim, Rui Cruz, aquando da sua visita a centralidade do km-44,  na comuna de Bom Jesus, município de Icolo e Bengo, em Luanda.
Em declarações à Angop, a margem do encontro que teve no local com a empresa construtora, disse que as empreiteiras chinesas possuem trabalhadores chineses que não são versados em construção civil e nem se quer possuem experiencias no ramo, comprometendo a conclusão das obras em tempo real e consequentemente mal feitas.
Por esta razão e para se evitar tais situações, acrescentou, a Imogestin está estreitar relações com o Ministério do Interior, mais propriamente com os Serviços de Migração Estrangeiro, para concessão de vistos somente aqueles trabalhadores chineses que tenham experiência nas áreas necessárias para obras do Estado.
Entretanto, prosseguiu, para se certificar de que o trabalhador chinês é ou não experiente, a Imogestin vai dar competências as empresas fiscalizadoras para reprovar todo trabalhador sem experiência e cancelar o visto de trabalho, mandando-o de volta para o seu país.
“ Alguns não são pedreiros e fazem trabalhos de construção, outros não são electricista e trabalham nesta área, isto não pode continuar assim” desabafou o gestor das centralidades.
Finalmente sublinhou que só devem ser contratados trabalhadores que já têm experiência de construção e não aprendizes.
“ A mão-de-obra tem de ter qualidade, nós vamos igualmente criar um sistema em que subempreiteiras angolanas entrem nos projectos para fazer pequenas obras, como jardins, passeios, arruamentos e outros, visando ajudá-las”, garantiu o PCA.
Imagem, centralidade do Kilamba em Luanda. tpa.sapo.ao
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