Em Angola julgam-se presos políticos acusados de nenhum crime. Dizem que é um regime democrático que está em pleno gozo das suas funções. A corrupção está no pódio como grande vencedora. A miséria e a fome também. As potências democráticas fecham os olhos e apontam que assim é que é bom, que assim é que se faz a estabilidade em África. Eis a receita do terrorismo do qual a Europa não se consegue desenvencilhar. Quem apoia a corrupção e as suas ditaduras, no fundo também é terrorista sem o saber.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Unita acusa MPLA de fomentar intolerância política





Dirigente do Galo Negro no Uíge apela ao partido no poder para conter onda de ataques contra a Unita.

Moniz Francisco
VOA

A UNITA no Uíge manifestou-se preocupado com o que diz ser a crescente onda de intolerância politica não só nesta província mas também na Lunda norte e Huambo.
O secretário  provincial da Unita no Uíge Felix Simão Lucas acusou o partido no poder de fomentar deliberadamente  acções como a que aconteceu recentemente na Lunda Norte quando militantes do seu seu partido foram atacados por militantes do MPLA.
Para Simão Luca,s  o que se passa tem “antecedentes” e recorda “o que aconteceu após os acordos de paz em 1992”.
“Agora temos caso o concreto que aconteceu na Lunda Norte”, disse, acusando ser essa "uma orientação do partido no poder”.
Simão Lucas defendeu a necessidade de o  MPLA “traçar estratégias” para conter a situação que tende a comprometer a convivência democrática e pacífica, e o bem-estar dos angolanos.
Por outro lado, ele lamentou também o facto de que as autoridades judiciais nunca actuam contra os responsáveis por ataques de natureza política.
"No passado a Unita levou vários casos à procuradoria, “mas  sem solução” concluiu o secretário província do Galo Negro no Uíge Felix Simão Lucas.

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